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UMA GUARDA INTELIGENTE 4.0

(*) Nuno Fonseca Ferreira

Licenciado e Mestre em Engenharia Eletrónica e Telecomunicações

Master of Business Administration

FOTO: THE ECONOMIST

O território deve ser encarado como um meio e não um fim para promover o bem-estar das pessoas, suportando a sua autorrealização e garantindo as condições, para cumprir as suas aspirações.

A Guarda deve encarar esta capacidade e assim chegar a todos potenciando a equidade no acesso às mesmas oportunidades. 

Uma Guarda preparada para o futuro das cidades 4.0 – uma cidade da indústria 4.0 – uma cidade do emprego. Esta será provavelmente uma das dimensões que as cidades do interior prometem endereçar de forma plena, com comunicações máquina-a-máquina, a base das Cidades Inteligentes com os seus inúmeros sensores.

Uma cidade produzindo dados, que são interpretados retirando informações e criando conhecimento de forma a melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Importa garantir que a capital de distrito consiga liderar a Transformação Digital da Beira Interior.

Assim, precisamos de uma tecnologia de comunicação, provavelmente sem fios, que seja capaz de lidar com a imensidão de sensores e fontes de dados que progressivamente vão sendo instalados nas cidades. Cidades inteligentes são cidades com informação digital indulgente e com pessoas do saber fazer. Construir uma grande cultura de emprego não relacionada com a intensidade eleitoral mas com a consistência é o desafio para esta década – a Guarda não pode perder (mais) este comboio.