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DIGITALIZAÇÃO DA AGRICULTURA: e Teletrabalho na cimeira da Guarda

 

A Ministra da Agricultura abordou as questões que vão ser tratadas na próxima Cimeira Ibérica, prevista inicialmente para o dia 2 de outubro na Guarda, teve que ser adiada devido a uma reprogramação do Conselho Europeu para a mesma dada. Devido a um teste positivo a COVID no staff do presidente, Charles Michel.

 

A pandemia promoveu o teletrabalho para milhares de pessoas em Portugal e Espanha, transformou áreas de baixa densidade populacional em locais mais seguros para se viver, o que abre uma oportunidade para conter o abandono rural.

 

“O teletrabalho pode ser uma questão de futuro”, disse a Ministra da Agricultura, convencida de que esta prática veio para ficar e que devem ser promovidas políticas públicas para facilitar o teletrabalho no meio rural.

 

O desenvolvimento de uma agricultura moderna passa pela digitalização do sector, um desafio que permitiria estreitar uma colaboração com Espanha.

 

 

Para tal, um dos objetivos que os países ibéricos devem promover, especialmente nas zonas fronteiriças, é a criação de territórios “inteligentes e diversificados”, que permitam a ligação da agricultura a outros sectores, como é o caso do turismo.

 

O desenvolvimento das zonas rurais, que albergam cerca de 30% da população de Portugal, passa também por “políticas muito claras” de integração dos imigrantes que chegam a península Ibérica para trabalhar de forma temporária nos campos.

 

A Europa precisa de mais população, insistiu a ministra, que recordou que “perderam-se muitos anos com políticas que infelizmente não permitiram a renovação de gerações e, por tanto, hoje temos que dispor de planos que acolham e incluam imigrantes nas nossas comunidades”.

 

“A fronteira não pode impedir o desenvolvimento conjunto ibérico”, defendeu numa entrevista a Efe a Ministrada Agricultura.

 

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