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GUARDA: posse da pousada desde junho

O Município da Guarda tem a posse administrativa da Pousada da Juventude da Guarda desde junho de 2020.

 

Carlos Chaves Monteiro, Presidente da Camara da Guarda na Assembleia Municipal de ontem, em resposta às questões da Deputada municipal Socialista, confirmou que a autarquia está “na posse da pousada de juventude à quatro ou cinco meses” não indicando qual o destino que a autarquia pretende atribuir a este imóvel.

 

A Câmara Municipal da Guarda tem ao seu dispor ferramentas para resolver os problemas sentidos com o alojamento estudantil mas este imóvel tem sido utilizado por elementos do dispositivo de combate aos fogos.

 

Não se conhece qualquer resultado referente à participação num “fundo financeiro com o objetivo de arrendar habitações e quartos para poder ceder para uso dos estudantes que frequentem” o IPG.

 

O IPG recebe novos alunos e o problema das residências estudantis continua a fazer-se sentir sem que a autarquia da Guarda apresente uma solução.

 

 

 

Recorde-se que o PSD e JSD, em 2019, eram contra transformação da Pousada da Juventude da Guarda em residência estudantil, em declarações ao DN a 6 de março de 2019, “acaba com todas as esperanças de poder reabrir uma importante valência dedicada à mobilidade juvenil e capaz de atrair público jovem para visitar a Guarda“, num momento em que o município “está a fazer uma aposta séria em infraestruturas que melhoram a atratividade do ponto de vista turístico”

 

Em comunicado do PSD, em fevereiro de 2019, “as estruturas partidárias apontam que estão em desenvolvimento projetos como os Passadiços do Mondego, o Centro Náutico da Barragem do Caldeirão, os percursos pedestres e cicláveis do Noéme e a candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura” referem ao DN.

 

Encaramos com naturalidade que existindo esta hipótese oferecida pelo Governo para resolver um problema que se faz sentir no presente momento o Instituto [Politécnico] a agarre, do mesmo modo que sabemos que a agarraria se lhe fossem apresentadas outras hipóteses reais e imediatas de resolução do problema“, justificam ao DN.