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31ª CIMEIRA IBÉRICA: Trabalhadores da Serviral exigem reposição do Sud-Express

 

Neste sábado, na Guarda, os manifestantes saíram à rua em defesa de várias causas diferentes que dizem respeito a ambos os lados da fronteira. O protesto era também ele “ibérico porque há direitos que atravessam as fronteiras”.

 

Uma delas era a dos trabalhadores da Serviral, a empresa responsável pelos bares e alojamento no serviço Lusitânia e Sud-Express de ligação entre Portugal e Espanha.

 

O serviço foi suspenso devido às medidas de restrição no âmbito do combate à covid-19 e os seus contratos também. Temem agora um despedimento coletivo.

 

Fernando Pinto, do Sindicato de Hotelaria do Sul, disse à Lusa que “é inconcebível que as fronteiras em toda a União Europeia estejam abertas para os comboios e a única que está fechada é [entre] Portugal e Espanha”.

 

Os trabalhadores consideram portanto possível reabrir os serviços em condições de segurança.

 

A União de Sindicatos da Guarda da CGTP colocou ao governo outras questões de âmbito laboral, tendo entregado ao governo português um documento com medidas para “valorizar quem trabalha e a produção nacional”, defendendo serviços públicos e as funções sociais do Estado.

 

Protestos na Cimeira Ibérica

 

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