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CDS: “fraude da eleição para a CCDRC”

 

 

 

O presidente da distrital da Guarda do CDS, Henrique Monteiro, indicou que “recusou votar como forma de protesto” nas eleições das CCDR(s) “na fraude da eleição para a CCDRC”.

 

O deputado municipal de Leiria, Fábio Seguro Joaquim, do CDS-PP, “recusa-se a participar no processo de eleição do cargo de presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro”, em declarações ao GuardaNotícias.pt .

 

Explicando a sua posição em comunicado, o deputado centrista classifica a eleição de “farsa democrática”, alegando que “o presidente da CCDR eleito não responderá perante quem o elegeu – os membros da assembleia municipal ou os presidentes de câmara – que formalmente nunca foram considerados ou ouvidos”.

 

Apontando tratar-se de uma “regionalização encapotada”, o deputado do CDS-PP aponta o objetivo de “caminhar para a regionalização, mas garantir que, quando lá chegarmos, o poder regional já está distribuído pelos mesmos de sempre, com uma almofada de fundos comunitários bastante confortável para distribuir”.

 

“Os autarcas do CDS não são figurantes nem fantoches nesta encenação”, nem participam “em atos que se traduzem em mascarar a democracia”, sublinhou o presidente da distrital de Lisboa do CDS-PP, João Gonçalves Pereira.

 

“Depois de acordarem o fim dos debates quinzenais, e após o arranjinho nas eleições para as CCDR – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, os partidos do Centrão voltam a entender-se para substituir Vítor Caldeira como Presidente do Tribunal de Contas”, sublinhou Francisco Rodrigues dos Santos.

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