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CASTANHA: quebra de produção de 30%

 

Produtores de castanha falam de um “ano atípico” com quebra de produção de 30% e preocupações acrescidas com as dificuldades de escoamento, acrescem “as regras da covid-19 e a falta de mão-de-obra”.

 

“Este ano não se vai gastar tanta castanha nos assadores de rua, no São Martinho, nos Santos, nos magustos das escolas (…). As televisões sempre mostravam as feiras aqui e ali e incentivava-se o consumo”, salientou o produtor na Beira Transmontana, Artur Trindade .

 

Por estes dias, intensifica-se a apanha e o agricultor perspetiva uma quebra na colheita.

 

 

“Por causa da falta de água e do calor intenso do verão, verifica-se uma quebra de produção que deverá rondar os 30%”, estimam os produtores de castanha.

 

Por estes dias, intensifica-se a apanha e o agricultor perspetiva uma quebra na colheita.

A castanha é a fonte de rendimento de muitas famílias, do Distrito da Guarda.

 

Há receios com a instabilidade nos mercados internacionais e este é também um ano sem feiras dedicadas à castanha, canceladas por causa da covid-19, e que eram um palco para a divulgação deste fruto. A incerteza tomou conta da estratégia comercial dos produtores de castanha da Beira Transmontana.

 

 

 

 

 

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