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COVID: Contratação de recursos humanos no hospital

O Centro Hospitalar Cova da Beira, na Covilhã, pretende contratar com caracter de urgência 3 Enfermeiros. A ULS da Guarda pretende contratar Técnico Segurança no Trabalho, Gestor de Recursos Humanos, e Design Multimédia. A Ordem dos Enfermeiros manifestou-se ontem contra a colocação de alunos de enfermagem nas Unidades de Saúde Pública a realizar inquéritos epidemiológicos, mesmo em virtude das necessidades especiais do momento pandémico.

Na passada sexta-feira, a diretora-geral da Saúde anunciou que os alunos de enfermagem vão reforçar as equipas de saúde públicas na realização dos inquéritos epidemiológicos, para detetar “o mais rapidamente” possível os contactos próximos de doentes com Covid-19, que receberão formação, numa primeira fase será dada pela Direção-Geral da Saúde e depois nos locais onde vão ajudar as equipas.

A ULS da Guarda tem Concurso Abertos para recrutamento de 3 Técnicos Superiores de Segurança no Trabalho, Recursos Humanos, e Design Multimédia (Vagas abertas em Concurso Público no Hospital Sousa Martins na Guarda).

O Centro Hospitalar Cova da Beira (CHCB) iniciou um processo para recrutamento Urgente para a categoria de Enfermeiro, em regime de contrato individual de trabalho a termo certo.

A Ordem dos Enfermeiros manifestou-se ontem contra a colocação de alunos de enfermagem nas Unidades de Saúde Pública a realizar inquéritos epidemiológicos, por considerar que tal medida não se justifica nesta fase, quando ainda há centenas de enfermeiros desempregados.

Em comunicado, a Ordem dos Enfermeiros (OE) fez referência a um inquérito que realizou nos últimos dias que mostra que há pelo menos 412 enfermeiros desempregados com disponibilidade imediata, dos quais 300 nunca foram contactados e cerca de 100 recusaram as atuais condições contratuais oferecidas pelas instituições, nomeadamente os contratos de apenas quatro meses, situação para a qual a OE tem vindo a alertar.

“A resposta à pandemia, nesta fase, não justifica que alunos pratiquem atos próprios de uma profissão regulamentada, praticando atos próprios de uma habilitação que ainda não detêm, e muito menos se admite que procurem soluções que permitam o exercício profissional em regime de voluntariado”, defende a OE.

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