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PLATAFORMA CONTRA PORTAGENS: Descontos na A23 e A25 são embuste

 

“É um embuste porque a maior parte das pessoas, a esmagadora maioria das pessoas, que pretenda ou precise de circular na A23 ocasionalmente não vai ter qualquer desconto e, por outro lado, é tentar obrigar as pessoas a andarem na autoestrada para terem algum desconto”, apontou Luís Garra, da União de Sindicatos de Castelo Branco, uma das entidades que engloba a plataforma.

 

“Estamos completamente contra este modelo”, frisou Luís Garra, exigindo novamente a abolição das portagens até ao final da legislatura e a suspensão imediata dos pagamentos, até se definir um modelo adequado de redução.

 

 

A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, afirmou que “considerando que constava no programa de governo a redução dos custos de contexto e aproximar as populações no âmbito da coesão territorial“, permitirão também “promover a redução da sinistralidade, usando vias menos utilizadas“, como “ex-SCUT e vias que se localizam predominantemente no interior”.

 

A medida entrará em vigor no dia 1 de janeiro, explicou Ana Abrunhosa que foi “aprovado o novo desconto de quantidade, que privilegia utilizadores frequentes, para quem tem veículos de Classe 1 e Classe 2. Nos primeiros dias de utilização – que podem ser seguidos ou interpolados – as famílias pagam portagens (a preço habitual) e ao oitavo dia passa a existir um desconto de 25%.”

 

 

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