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DESAFIO: Liderar à distância

 

Num mundo doente e cada vez mais globalizado deter capacidade competitiva em ambiente adverso tornou-se uma das prioridades para que as empresas assegurem uma continuidade sustentável.

 

(*) Nuno Fonseca Ferreira

Licenciado e Mestre em Engenharia Eletrónica e Telecomunicações

Master of Business Administration

 

 

Para tanto, elas devem desenvolver e implantar estratégias eficazes, que consigam agregar valor aos clientes e, simultaneamente proporcionar uma satisfação adicional aos consumidores.

 

A implementação estratégica […] “requer organização, coordenação, incentivo às pessoas, controles, acompanhamento intenso e, sobretudo, liderança estratégica por parte do executivo principal e liderança tática e operacional por parte dos gerentes e supervisores. Sem a participação e o compromisso de todas as pessoas, a estratégia não acontece” [Chiavenato, 2008].

 

O papel da liderança na condução estratégica requer uma focalização na gestão de pessoas, mesmo em work@home, nas competências e na alocação dos recursos necessários para a implementação de um modelo de trabalho colaborativo, assim como na monitoração e resolução das adversidades do dia-a-dia.

 

Os líderes das organizações devem saber lidar com suas próprias emoções para obterem sucesso em suas atividades profissionais e pessoais e para se relacionarem com seus superiores, subordinados, clientes e fornecedores. Assumindo a influência da Inteligência Emocional no desempenho da carreira do gestor e em sua satisfação no trabalho.

 

Um telefonema, um Chat, uma videochamada e uma equipa colaborativa e distribuída pelo mundo tornou-se uma realidade neste interior de Portugal. As equipas de trabalho devem estar motivadas e se relacionarem bem à distância pois estes factos não implicam somente no bem-estar de cada um como indivíduo, mas também no bem-estar de toda a equipa, em qualidade de vida no trabalho e consequentemente na produtividade e desempenho de cada um aumentando os resultados positivos para a organização.

 

O líder deve estar atento às relações da sua equipa para evitar ou resolver os conflitos online que surjam, não deixando que impactem de forma negativa nos resultados da organização e no bem-estar do grupo.

 

No final, este êxodo dos espaços físicos rumo ao teletrabalho pode provar ser uma experiência social e laboral positiva que, em circunstâncias normais, poucas empresas teriam arriscado fazer a esta escala.

 

 

 

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