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AUTARCAS DA GUARDA: Deixam de fora 2ª Fase do Hospital

 

As CIM(s) anunciaram a aprovação de um documento que define os Investimentos prioritários, um por cada CIM (oito), sendo que a prioridade para a CIM de Coimbra será a construção da nova maternidade. Nesse Conselho esteve presente o Presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro. A CIM-BSE não definiu como prioridade a segunda-fase do Hospital da Guarda, ou outro grande investimento na área da Saúde no distrito da Guarda mas a “criação de uma rede de alta conectividade em baixa densidade”.

 

As oito comunidades intermunicipais (CIMs) do Centro estiveram reunidas, ontem, em Conselho Regional, em Coimbra (ver aqui).

 

Os investimentos têm o custo global de 1000 milhões de euros, cabendo a Ribau Esteves, presidente da Comunidade Intermunicipal de Aveiro, o anúncio das prioridades este é “um momento importante, mas mais do que isso é um momento político da maior relevância para que o Centro conte mais num país onde a centralidade em termos de disputa financeira está muito à volta de Lisboa e Porto”.

 

O dirigente, que é também presidente do Município de Aveiro, salientou que o Conselho Regional do Centro “nunca tinha concertado uma posição com definição de projetos em concreto”.

 

Nos investimentos considerados prioritários, cinco são na área da saúde: ampliação e qualificação do Hospital de Aveiro, a criação do Centro Oncológico no Centro Hospitalar Viseu/Tondela e criação e reforço da rede de psiquiatria e de cuidados continuados, construção da nova maternidade de Coimbra, novo hospital do Oeste e beneficiação e ampliação do Centro Hospitalar de Leiria.

 

Tendo ficado de fora a segunda-fase do Hospital da Guarda, ou outro grande investimento na área da Saúde no distrito da Guarda.

 

 

Na lista encontram-se ainda mais dois projetos na área das acessibilidades, com a construção do IC31 (Beira Baixa) e da ponte de Constância/Abrantes, com ligação ao IC9, e um no sector tecnológico, com a criação de uma rede de alta conectividade em baixa densidade (Beiras e Serra da Estrela).

 

“Estamos numa fase muito importante de ajudar o Governo a definir com exatidão os projetos que vão ser financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e, por isso, fizemos um exercício de concertação das oito comunidades – Aveiro; Viseu – Dão – Lafões; Beiras e Serra da Estrela; Beira Baixa; Médio Tejo; Região de Leiria; Oeste e Coimbra e decidimos qual é a prioridade por cada uma das comunidades”, disse Ribau Esteves.

 

O autarca realçou, ainda, a proposta para existir um “pacto regional” entre o próprio PRR, as comunidades intermunicipais da região Centro e os seus vários atores, de forma a assegurar a “territorialização do PRR”.

 

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