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JSD GUARDA: Crítica Saúde, Segurança Social e Coesão Territorial

 

A “falta de médicos, enfermeiros e auxiliares de saúde” na saúde e no ministério do “Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social que é mais um dos setores onde se assiste à total inoperância e desnorte do Governo” com os “788 lares em situação irregular” e na Coesão Territorial o adiamento dos descontos das Portagens são os maiores problemas políticos do Distrito da Guarda segundo a Comissão Política Distrital da JSD.  

 

A Ministra da Coesão Territorial, “que surpreendentemente ainda contínua em funções” continua a “mostrar a sua essência, inviabilizando a descida das portagens em tempo útil de salvar empresas e empregos e de aumentar o rendimento disponível das famílias quando ele mais é necessário, ao enviar para o Tribunal Constitucional os descontos propostos pelo PSD”.

 

“A Ministra do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social revelou que existem 788 lares em situação irregular na lista do programa de vacinação. Este é mais um dos setores onde se assiste à total inoperância e desnorte do Governo, que, mesmo em tempos de pandemia e com conhecimento atempado das condições destes locais, não atuou de forma a garantir condições dignas a quem já trabalhou para o País, desburocratizando a legalização daqueles que oferecem as condições exigíveis por lei e encerrando os que não as oferecem. O Governo optou por não se preocupar em criar oferta legal para poder poupar dinheiro à Segurança Social, ao não pagar as contribuições por utente”, referem na nota.

 

No Hospital Sousa Martins o “problema tem alguns anos e foi chutado para canto enquanto o nosso hospital serviu só e apenas como palco de guerrinhas políticas e não para cuidar dos nossos doentes.

 

“Assim se foram perdendo especialidades e especialistas e hoje temos um hospital esquecido, numa cidade esquecida, numa região esquecida (exceto em período eleitoral, em que somos abundantemente insuflados por promessas que nunca passam de promessas) ”. “Com a pandemia apenas se agravaram problemas que não foram resolvidos por falta de coragem”, refere a JSD na nota enviada à Comunicação Social.

 

A “entrada de 55 novos médicos internos. Importa, no entanto, referir que estes em nada servem para resolver estes problemas, uma vez que todos estes recém-formados médicos se encontram no ano comum, não tendo por isso autonomia clínica para passar uma receita, muito menos para tomar conta de uma especialidade” referem.

 

“É notória a falta de médicos, enfermeiros e auxiliares de saúde na ULS. Os nossos profissionais de saúde estão sem forças e mesmo assim ainda continuam a lutar contra esta pandemia, defendendo todos os doentes, até aqueles que são doentes não-Covid que o Estado insiste em esquecer” referem os Sociais-democratas.

 

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