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PSD: Sérgio Costa critica Presidente da Câmara e desafia António Monteirinho [PS]

 

 

Sérgio Costa na conferência de imprensa que se realizou hoje, dia 15 de Janeiro sobre a “Incúria do processo do Hotel Turismo” critica o presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro por este querer “contratar esse fundo sem concurso público”, chegando mesmo a apelidar de ”negócios pessoais” e lança um desafio à oposição [António Monteirinho] “para juntar a sua à nossa voz” para recuperar o Hotel Turismo para a Guarda.

 

Sérgio Costa, em conferência de Imprensa, relativamente à tomada de posição da Concelhia do PSD sobre “a incúria do hotel de turismo” da Guarda “face ao que tem vindo a público nos últimos dias” e acusa o Presidente da Câmara Municipal da Guarda, eleito pelo PSD, de não explicar “O CET estranho processo nunca foi explicado”.

 

O presidente da Concelhia do PSD da Guarda afirma que são os últimos “10 anos de degradação de um “postal” da Guarda que muito poderia contribuir para a imagem e a afirmação do turismo do nosso Concelho e região”.

 

A Concelhia do PSD Guarda não podia calar-se perante este desleixo e incúria e não denunciar a atual Secretária do Turismo, Rita Marques, e a Presidente da Federação Distrital Socialista da Guarda, Ana Mendes Godinho, a sua obrigação política e, até moral, de tudo fazer para que o Hotel Turismo volte a abrir as suas portas.

 

O Hotel foi vendido por “3,5 milhões de euros” ao turismo de Portugal e posteriormente foi “colocado à venda por 1,7 milhões de euros em concurso público em abril 2015 que ficou deserto” sem interessados.

 

O consórcio MRG desistiu do concurso adjudicado num terceiro concurso de aluguer das instalações “estando previsto abrir em 2022”.

 

A sociedade Greenfield [fundo de investimento] pretendia assumir a posição ocupada pelo Grupo MRG na operação de recuperação e concessão do Hotel Turismo da Guarda, um investimento integrado no Programa Revive e cujo contrato havia sido assinado, inicialmente, em Maio do ano 2019, “sem convite ao executivo do PSD”.

 

Em 2020 aparece “por magia e sem qualquer escrutínio público uma empresa” que “sabe-se apenas que o atual presidente da Câmara [Carlos Chaves Monteiro] queria contratar esse fundo sem concurso público para a realização do CET [Centro de Exposições Transfronteiriço] ”. “O CET estranho processo nunca foi explicado” iria “desvirtuar o parque urbano do rio diz”.

 

“Será que este negócio não foi avante porque o negócio do CET [Centro de Exposições Transfronteiriço] não passou de um delírio de alguém”, questiona Sérgio Costa.

 

A “Guarda está farta de ser um centro de emprego para boys” um “presidente da Câmara  eleito pelo PSD” não pode ficar “receber as chaves e ficar fiel depositário do problema do governo”, parece “querer insistir em não haver um concurso publico”, afirmando que “isto não é um negócio pessoal”. O presidente da Câmara a “remeter-se ao silêncio é faltar ao respeito dos guardenses” como aconteceu na última reunião de camara, um “silêncio sepulcral” sobre o assunto hotel Turismo.

 

Desafia o Presidente da concelhia do PS, António Monteirinho e a presidente da Distrital do PS “para juntar a sua à nossa voz” para o “Hotel Turismo voltar a ser o edifício emblemático que outrora foi”.

 

Recorde-se que Álvaro Amaro, durante a apresentação dos candidatos da coligação PSD/CDS à camara da Guarda (em 2013) prometeu “devolver o Hotel de Turismo à cidade” apesar deste ter sido vendido ao Turismo de Portugal (uns anos antes) e fazer da Guarda “uma referencia importante em termos bioclimáticos”.

 

FOTO(s): Arquivo – PSD 2013
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