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GUARDA: Única capital de distrito com forte quebra na procura e oferta de imoveis

 

A procura de casas para compra disparou mais de 60% em Portugal no ano passado. Já a oferta de imóveis no mercado apenas subiu 13%. No distrito de Castelo Branco a procura mais do que duplicou face a 2019.

 

A maior quebra no número de casas à venda registou-se no distrito da Guarda, com menos 18,3% imóveis no mercado. Seguiram-se os distritos de Portalegre (-9,9%) e Leiria (-5,6%).

 

A cidade da Guarda com forte quebra quer na procura quer na oferta de imoveis.

 

No concelho da Guarda destaca-se ainda com uma quebra de “16,4% na procura, apesar do aumento de 69,3% no distrito, o que deixa antever que outras localidades estão a merecer a preferência dos potenciais clientes”. A Guarda é, aliás, “a única capital de distrito onde a procura recuou”, refere o site idealista.

 

Mas a cidade é ainda aquela onde a oferta mais caiu: no ano passado o número de casas para venda afundou 45,6%, o que também pode ajudar a explicar a descida na procura.

 

Ainda com uma diminuição no “stock” de imóveis para venda contam-se Beja (-4,2%), Santarém (-3,1%) e Évora (-0,3%).

 

Assim, a procura de casas cresceu a um ritmo quase cinco vezes superior ao da oferta. A procura de casas para compra registou um crescimento de 62,3% no ano passado face a 2019, enquanto a oferta de imóveis para venda subiu apenas 13,6%, indicam os dados do site especializado em imobiliário Idealista.

 

No distrito de Bragança registou uma subida de apenas 3,4% na procura de casas para aquisição.

 

Quanto à oferta, além da Guarda, a oferta de imóveis caiu em mais quatro capitais de distrito: Portalegre (-26,9%), Beja (-21,4%), Santarém (-14,9%) e Évora (-0,7%).

 

Os maiores aumentos da oferta pertenceram a Aveiro (36,9%), seguido de Viana do Castelo (33,9%), Porto (33%), Vila Real (22,9%) e Lisboa (21%).

 

A procura de casas para compra disparou mais de 60% em Portugal no ano passado. Já a oferta de imóveis no mercado apenas subiu 13%. No distrito de Castelo Branco a procura mais do que duplicou face a 2019.

 

A maior quebra no número de casas à venda registou-se no distrito da Guarda, com menos 18,3% imóveis no mercado. Seguiram-se os distritos de Portalegre (-9,9%) e Leiria (-5,6%).

 

A cidade da Guarda com forte quebra quer na procura quer na oferta de imoveis.

 

No concelho da Guarda destaca-se ainda com uma quebra de “16,4% na procura, apesar do aumento de 69,3% no distrito, o que deixa antever que outras localidades estão a merecer a preferência dos potenciais clientes”. A Guarda é, aliás, “a única capital de distrito onde a procura recuou”, refere o site idealista.

 

Mas a cidade é ainda aquela onde a oferta mais caiu: no ano passado o número de casas para venda afundou 45,6%, o que também pode ajudar a explicar a descida na procura.

 

FONTE: Jornal de Negócios

 

Ainda com uma diminuição no “stock” de imóveis para venda contam-se Beja (-4,2%), Santarém (-3,1%) e Évora (-0,3%).

 

Assim, a procura de casas cresceu a um ritmo quase cinco vezes superior ao da oferta. A procura de casas para compra registou um crescimento de 62,3% no ano passado face a 2019, enquanto a oferta de imóveis para venda subiu apenas 13,6%, indicam os dados do site especializado em imobiliário Idealista.

 

No distrito de Bragança registou uma subida de apenas 3,4% na procura de casas para aquisição.

 

Quanto à oferta, além da Guarda, a oferta de imóveis caiu em mais quatro capitais de distrito: Portalegre (-26,9%), Beja (-21,4%), Santarém (-14,9%) e Évora (-0,7%).

 

Os maiores aumentos da oferta pertenceram a Aveiro (36,9%), seguido de Viana do Castelo (33,9%), Porto (33%), Vila Real (22,9%) e Lisboa (21%).

 

 

 

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