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TRANSPORTES DA GUARDA: Concurso recebe “reclamação dura” do 2º classificado

 

A Câmara da Guarda realizou um concurso para a concessão dos transportes urbanos na cidade da Guarda, tendo  admitido os dois candidatos ao concurso, em primeiro a TRN – Rodoviária Nacional e Internacional, LDA e em segundo a Encosta Tour, LDA, respetivamente assim classificados. O atual detentor da concessão não apresentou proposta no concurso. O segundo classificado contesta a “falta de cumprimento dos formalismos” e da prestação da “garantia/caução” pelo primeiro classificado.

 

A autarquia da Guarda recebeu assim a reclamação no concurso internacional pelo segundo classificado, a Encosta Tour, LDA tendo este concorrente referido que “a concorrente TRN apresentou um documento intitulado “anexo II” cujo conteúdo é referente ao do “anexo I” ao programa de concursos”. E que a “Declaração da Agencia Fonte Nova da CGD, sobre conta de depósito” que tem como “titulares TRN e Município da Guarda datado de 20 de janeiro de 2021”, contestando que “os mesmos não estão assinados digitalmente”.

 

O segundo classificado contesta ainda o “modelo de caução” entregue pelo primeiro classificado, referindo que o que constava do programa de concurso era Caução por “depósito em dinheiro ou em títulos emitidos estado português à ordem da Câmara Municipal da Guarda” ou “mediante garantia bancária ou seguro-caução”. Avançando o segundo classificado com a informação “não servem para dar cumprimento ao requisito definido neste artigo”. Chegando mesmo a insinuar que “os compromissos que  a Camara Municipal da Guarda, na qualidade de entidade adjudicatária” permitem “condições de acesso a crédito bancário por parte da TRN”.

 

O que terá levado o presidente, Carlos Chaves Monteiro, a considerar que “as afirmações e insinuações e questões feitas no requerimento em questão revestem gravidade e consistente deturpação dos documentos juntos na plataforma do concurso, designadamente da declaração da agência” bancária. Chegando mesmo a considerar que “tais afirmações/insinuações e questões são suscetíveis de lesar a sua honorabilidade institucional e dos respetivos titulares, devendo ser remetida ao Ministério Publico, cópia do requerimento em apreço”, levando os documentos ao órgão executivo camarário  para sua apreciação.

 

FOTO(s): Imagens Ilustrativas – arquivo

 

 

 

 

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