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Almeida, Celorico da Beira, Gouveia, Pinhel os atuais Presidentes são recandidatos pelo PSD

 

O PSD anunciou hoje 77 recandidatos a presidentes de Câmara entre os quais estão os de Almeida (António Machado), Celorico da Beira (Carlos Ascensão), Gouveia (Luís Tadeu) e Pinhel (Rui Ventura)  no distrito da Guarda.  Novos candidatos homologados no Distrito da Guarda apenas o nome de Nuno Soares em Manteigas.

 

“São presidentes de câmara que se podem recandidatar na hora e momento que desejarem porque têm homologação garantida da direção nacional”, anunciou o secretário-geral e coordenador autárquico nacional do PSD, José Silvano, em conferência de imprensa na sede nacional do partido.

 

Apesar do PSD deter o poder em 7 câmaras do distrito da Guarda, os nomes de Carlos Chaves Monteiro, na Guarda, não foram indicados os eventuais candidatos à sucessão nos concelhos do Sabugal e Vila Nova de Foz Côa.

 

O anúncio foi feito pelo secretário-geral e coordenador autárquico nacional do PSD, José Silvano, numa conferência de imprensa onde foi também apresentado o slogan do partido para essas eleições: “Nas mãos de todos”.

 

Em relação ao resto do distrito, ainda não foi hoje que se soube quem é quem na Guarda o candidato.

 

Falta saber quem vai concorrer em Aguiar da Beira, Guarda, Sabugal, Seia, Mêda, Figueira Castelo Rodrigo e Trancoso (João Carvalho não foi confirmado.

 

José Silvano assumiu que todos os candidatos autárquicos do PSD serão conhecidos até 31 de março e assegurou que, dos 308 processos, apenas “em menos de uma dezena” haverá discordância entre as estruturas locais ou regionais e a direção nacional.

 

Um destes casos assumidos pode ser a Guarda, em que a concelhia indicou Sérgio Costa e distrital indicou Carlos Monteiro, não existindo consenso sobre nenhum dos nomes apresentados pelos órgãos.

 

FOTO: Alvaro Amaro Ex-Presidente da Câmara da Guarda

 

Na conferência de imprensa, José Silvano fez questão de salientar que a comissão nacional autárquica – a que preside – começou a trabalhar há cerca de um ano “sem foguetório” e imune “ao que se dizia na comunicação social”.

 

“Nas próximas semanas continuaremos este trabalho, de maneira a que, no dia 31 de março, prazo sempre estimulado por nós, terá esse processo de candidaturas concluído”, afirmou.

 

Silvano garantiu, por outro lado, que a comissão autárquica não tem feito “um trabalho passivo”.

 

“Não nos temos remetido ao papel burocrático de receber candidaturas das concelhias e distritais sem ter um juízo crítico nalgumas situações sobre a valia eleitoral dos candidatos”, disse.

 

O secretário-geral justificou que “quando necessário” esta estrutura assumiu e assumirá a responsabilidade de rejeitar nomes indicados pelas estruturas locais.

 

“Nunca faremos o papel de uma comissão autárquica que se limita a pôr uma assinatura de homologação para levar aos órgãos nacionais. Assumimos a responsabilidade deste processo eleitoral e, se somos responsáveis, temos a última palavra”, adiantou José Silvano.

 

O coordenador autárquico acrescentou que a comissão assumirá “responsabilidade pública” pelos resultados das suas escolhas, “com todas as consequências possíveis”.

 

“Se o partido é responsável na noite eleitoral pelo resultado, então o partido tem de ter também a sua responsabilidade na escolha dos respetivos candidatos”, frisou.

 

Dos atuais 98 presidentes de câmara do PSD, 13 não podem recandidatar-se devido à limitação de mandatos. Nos restantes oito casos, ou os autarcas manifestaram intenção de não se recandidatar ou o processo ainda não está fechado, segundo explicou José Silvano.

 

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