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Sérgio Costa crítica “atitudes ditadoras” e “maquiavélicas” ao serviço de grupos organizados

 

Sérgio Costa acusa Carlos Chaves Monteiro de ter “atitudes ditadoras” e de manter “uma estratégia maquiavélica, ao serviço de grupos organizados que extravasam completamente a esfera dos Partidos Políticos”.

 

O Presidente da Concelhia do PSD da Guarda acusa o candidato do PSD à Câmara da Guarda de uma “orquestração feita nas costas” e de “saneamento político” do atual vereador.

 

“Comemorou-se há poucos dias o primeiro aniversário da data em que o Sr. Presidente fez história na Guarda. Uma história triste e que ficará para sempre marcada na memória de todos, por muitos anos que passem”, referiu o vereador Sérgio Costa na última reunião da Câmara Municipal da Guarda.

 

“As atitudes ditadoras, de estratégia maquiavélica, ao serviço de grupos organizados que extravasam completamente a esfera dos Partidos Políticos, levaram a que a Guarda surgisse nas noticiais Regionais e Nacionais pelas piores razões”, refere o Presidente da Concelhia do PSD da Guarda e vereador Sérgio Costa.

 

“Numa orquestração feita nas costas, V. Exa. retirou-me os pelouros que me haviam sido atribuídos em 2013 e em 2017, depois dos Guardenses terem votado maioritariamente num Projeto Político do qual eu fazia parte integrante e com uma legitimidade absoluta que me foi então atribuída”, refere Sérgio Costa.

 

“Não posso deixar de manifestar a minha tristeza, após uma reunião convocada pelo Sr. Presidente do Município com os Sr. Presidentes de Junta e com os Senhores Deputados Municipais eleitos nas listas do PSD, sem que eu tivesse sido convidado para a mesma, sem direito a poder apresentar a minha defesa, onde mais ninguém podia falar, coisa que nunca vi em Democracia”, remata o atual Presidente da concelhia do PSD.

 

 

“Fiquei a saber pelo telefone, não através de qualquer debate interno, mas por decisão unilateral de quem tem poderes legais para isso, que a minha ação política devia ser interrompida na forma em que vinha a desenvolvê-la em prol da Guarda”.

 

” Não se afasta ninguém sem dar os seus pontos de vista”.

 

Irá para os “anais da história democrática autárquica, o facto de não ter sido convidado para uma reunião onde viria a ser alvo de um saneamento político, próprio do ano de 1975 que, tal como relata a história, nessa altura as pessoas eram solidárias, justa ou injustamente, mas sempre solidárias”.

 

“Saneado politicamente, tendo recebido depois um email comunicando para abandonar o gabinete até ao final da semana”, refere Sérgio Costa. O “saneamento político, mas nunca me saneará da luta pela Guarda sempre à frente, em qualquer circunstância”.

 

Pode o Senhor Presidente, que foi Vereador como eu até há dois anos atrás, nos termos dos poderes que lhe foram conferidos após a saída do anterior Presidente, ter aplicado dessa forma a Lei, mas quanto à moral e à solidariedade, jamais o poderia fazer e mais uma vez V. Exa. errou na forma.

 

O Presidente da Câmara Carlos Chaves Monteiro, “não agiu à luz de qualquer princípio democrático, usando métodos que julgava já não existirem em democracia, mas não me desincentiva de lutar pela Guarda” avançou o vereador Sérgio Costa.

 

“Contra a vontade de tudo e de todos, comunicou-me pelo telefone que me retirava os Pelouros por não concordar com a minha Candidatura à Comissão Política de Secção do PSD, confundindo por completo o que é a Gestão Pública, com a Gestão Partidária e Pessoal, mas os Militantes do PSD, com elevado sentido de responsabilidade e como Grandes Cidadãos Guardenses que são, deram-lhe a resposta”.

 

Passado um ano, as diferenças estão à vista de todos. Basta andar pelas ruas da Cidade, Vila e Aldeias, basta falar com o senso comum.

 

Ironicamente Sérgio Costa referiu “dou-lhe os parabéns e agradeço por ao longo deste ano, nada mais ter feito nas áreas dos Pelouros que me estavam atribuídos, a não ser o que eu tinha deixado em execução, adjudicado, em concurso ou planeado, mas peço-lhe que não atrase mais a execução de tudo isto, pois a Guarda perceberá a sua estratégia”.

 

“Uma estratégia pessoal que iniciou há mais de um ano, que culminou no meu afastamento das Funções Executivas, para depois poder surgir talvez como o grande salvador, querendo fazer passar a mensagem que só agora se faz tudo, que no passado nada se fazia ou fazia mal, mas a maior pura das verdades é que apenas está a fazer o que foi deixado pelo passado e em alguns casos gerindo de tal forma mal alguns processos, levando depois a desistir dos mesmos, por manifesta incapacidade na sua gestão perante os nossos Concidadãos e as inúmeras Instituições Públicas”.

 

“Contrariando a tentativa que foi feita de tentar fazer esquecer” o Vereador Sérgio Costa, “hoje aqui estou, passado um ano, de cabeça erguida, continuando a lutar pelo desenvolvimento da Guarda, pois o compromisso que assumi com os Guardenses em Outubro de 2017 será levado até ao seu final, no respeito escrupuloso pelas regras da Democracia, mas que não está ao alcance de todos”.

 

Em nome da dedicação, competência e lealdade com a Guarda, cá continuarei a trabalhar no desempenho das minhas funções.

 

A minha convicção mantém-se inabalável em relação ao desenvolvimento duma Cidade, dum Concelho e das suas Freguesias, Vila e Aldeias.

 

Em suma, nunca deixarei de estar onde sempre estive.

 

Solidário e empenhado numa Cidade mais atrativa e com as suas Freguesias, Vila e Aldeias mais bonitas e com mais qualidade de vida.

 

E quero deixar muito claro que, tal como disse desde a primeira hora, nunca hesitarei em colocar a Guarda acima de quaisquer interesses pessoais ou político-partidários.

 

Foi sempre em nome de tudo isto que trabalhei com Vereador a tempo inteiro e posteriormente também como Vice–Presidente da Câmara Municipal.

 

Será sempre um orgulho muito grande servir a Guarda nestas funções.

 

Ninguém fará abalar as minhas convicções, nem tão pouco a minha determinação.

 

São estes princípios que têm norteado toda a minha vida política. Nunca o meu lugar de Vereador. Esse será sempre instrumental para que possa continuar a trabalhar até ao limite das minhas forças naquilo que a todos deve unir, ou seja, a Guarda.

 

É essa a minha responsabilidade.

 

Os partidos políticos, os grupos de cidadãos e cada um de nós individualmente assume a responsabilidade das suas decisões e o Povo com a sua soberania e inteligência julga sempre bem.

 

Uma palavra de agradecimento a todos quantos me ajudaram neste caminho que percorri até aqui, na certeza de que há ainda muito caminho a percorrer pela nossa Cidade e pelas nossas Freguesias, Vila e Aldeias.

 

 

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