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Eduardo Ambrósio abandona o PS de Seia

 

Nas eleições diretas o PS de Seia escolheu o substituto de Carlos Camelo, Luciano Ribeiro, atual vice-presidente da Câmara de Seia obteve a aprovação por maioria dos votos dos militantes da concelhia de Seia.

 

O engenheiro Eduardo Ambrósio, depois de não ganhar as eleições, foi convidado para Vereador, mas não aceitou, não pretende “pactuar com esta forma de fazer política”.

 

Eduardo Ambrósio candidato derrotado nas diretas para Presidente de Câmara aprovadas pela concelhia de Seia, e distrital da Guarda, bateu com a porta à militância partidária, ao fim de 40 anos.

 

No e-mail enviado ao Presidente da Concelhia do PS Seia, Eduardo Brito e Presidente da Mesa, Rui Martins, com encaminhamento aos militantes e PS Guarda, Deputados PS Círculo da Guarda e Secretária Nacional PS para as Autárquicas, Eduardo Ambrósio refere que “não se revê nesta forma de fazer política e, por isso, solicitou a desvinculação do PS”.

 

Recorde-se que, Luciano Ribeiro foi eleito por 65,12% dos votantes. Eduardo Ambrósio obteve 34,88% dos votantes. A abstenção na eleição na concelhia do PS Seia foi de apenas 8,99%.

 

No PS de Seia, encontravam-se em condições de votar 189 militantes. Tendo 112 escolhido o candidato Luciano Ribeiro como candidato do PS, e 60 militantes optaram por Eduardo Ambrósio.

 

Para este militante, “o PS parece ignorar o atual estado decadente do concelho que se vem registando nos últimos anos e ainda as expectativas dos seus munícipes, situação que exige interlocutores arrojados, mas experientes e com capacidade de liderança e que, de facto, coloquem os interesses do município e das pessoas acima de interesses pessoais”.

 

Não aceitou o convite para ser vereador, pois “aceitar fazer parte do processo autárquico que se avizinha associado ao PS, seja qual a forma ou figura em que apresentasse, seria pactuar com todo este processo e seria uma violação aos princípios com que me apresentei desde o início e ao compromisso que assumi para com o concelho”.

 

Durante o debate entre os candidatos, o engenheiro Eduardo Ambrósio, deu conta do seu desconforto por “haver um clima de intimidação e de medo, junto de funcionários, Presidentes de Junta e militantes.”

 

 

 

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