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IC31 apagado do PRR – Ligação Castelo Branco e Monfortinho

 

 

Portugal entregou hoje o PRR à Comissão Europeia, através da plataforma informática oficial, tornando-se o primeiro Estado-membro da União Europeia a enviar a versão final.

 

O Governo reduziu para 65 milhões de euros o investimento em ligações rodoviárias transfronteiriças previsto no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

 

Na versão do PRR submetida a consulta pública, em 16 de Fevereiro, o Governo previa um investimento global de 110 milhões de euros em infraestruturas rodoviárias para assegurar as ligações transfronteiriças entre Portugal e Espanha, nas no documento final, hoje entregue em Bruxelas, reduziu-o para 65 milhões de euros.

 

Dos investimentos previstos no PRR na área transfronteiriça foi retirada a construção do Itinerário Complementar (IC) 31, entre Castelo Branco e Monfortinho.

 

A nova ponte entre Sanlucar del Guadiana e Alcoutim e a ponte internacional sobre o rio Sever, entre Cedillo e Nisa, continuam incluídas nas infraestruturas rodoviárias contempladas no PRR, cumprindo a Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT), um acordo estabelecido entre Portugal e Espanha, em Outubro do ano passado.

 

Estão também previstas intervenções na Estrada Nacional (EN) 103, entre Vinhais e Bragança, e na ligação de Bragança a Puebla de Sanabria, em Espanha.

 

O Governo reaferiu que estes investimentos procuram “alavancar o desenvolvimento da mobilidade transfronteiriça e a redução dos custos de contexto”.

 

O documento prevê projetos de 16,6 mil milhões de euros, dos quais 13,9 mil milhões de euros dizem respeito a subvenções a fundo perdido. O Governo diz ter ainda “em aberto” a possibilidade de recorrer a um valor adicional de 2300 milhões de euros em empréstimos.

 

Em Fevereiro deste ano, o Conselho da UE adoptou o regulamento que cria o Mecanismo de Recuperação e Resiliência, avaliado em 672,5 mil milhões de euros e que está no centro do “Next Generation EU”, o plano de 750 mil milhões de euros aprovados pelos líderes europeus em Julho de 2020.

 

Recorde-se que “estes são os principais instrumentos para recuperação económica na UE pós-crise da Covid-19”.

 

(Fim do artigo – www.guardanoticias.pt – As notícias da Guarda no Facebook e Twiter). G-WH913LSLRB 86d4e63d557e44029786b77c5bab0cb3