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Água Glaciar premiada como “a melhor do mundo” secou em Manteigas

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As “águas Glaciar” arrecadaram prémios da melhor empresa do setor e da melhor água do mundo, mas em 2019 fechou portas em Manteigas.

 

A Glaciar Valley, detentora da marca de ‘Água Glaciar’, deixou os 14 trabalhadores sem indemnizações e ainda à espera da reabertura da unidade.

 

Ainda são visíveis nas páginas na internet da empresa as fotografias dos títulos e prémios da ‘Água Glaciar’: PME EXELENCIA 2001 e 2002, PME LIDER 2007, 2008, 2009, 2010, 2011.

 

No vale glaciar de Manteigas, a 1.400 metros de altitude, a água oriunda de um fenómeno geológico, e, portanto, sem nitratos ou nitritos, era engarrafada no seu estado natural, exportada para mais de 20 países, até a empresa Glaciar Valley fechar portas em 2019, depois de mais de quase quatro décadas a laborar.

 

Hoje, as ervas daninhas apoderam-se do edifício, na Zona Industrial da Lapa, que em tempos acolhia duas linhas de enchimento, litro e meio, meio litro, 0,33, e 5 litros, e onde nos primórdios trabalhavam 60 colaboradores, 24 horas, sete dias por semana.

 

Recentemente, foi anunciado um leilão eletrónico para a venda da massa insolvente da Glaciar, a decorrer até ao dia 22 de abril passado, para venda das instalações e dos bens da Glaciar Valley, sedeada em Manteigas, na Zona Industrial da Lapa, por um conjunto pelo valor global de 1.076.370,00 euros, mas o mesmo não chegou acontecer.

 

A disputa da propriedade nos tribunais, levou a nomeação de gestores industriais, um do Glaciar Indústria e outro da Glaciar Valley, que será a última empresa proprietária e estará na origem do adiamento do leilão para a venda da massa insolvente da Glaciar.

 

 

 

(Fim do artigo – www.guardanoticias.pt – As notícias da Guarda no Facebook e Twiter). G-WH913LSLRB 86d4e63d557e44029786b77c5bab0cb3