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Sérgio Costa promete o “Partido da Guarda” da “esquerda à direita”

 

Sérgio Costa diz que “a partir deste momento” é um “homem livre” afirma que “encabeçarei esta plataforma de cidadãos independentes, abrangente a toda a sociedade guardense. Esta candidatura não é contra ninguém, é sim pela Guarda, pelo futuro da Guarda”, referiu.

 

As declarações foram feitas numa unidade hoteleira da cidade onde “foram feitas grandes declarações para a Guarda e Região, grandes decisões” sublinhou o agora ex-militante do PSD.

 

Critica as “decisões que outros tomaram” no processo de escolha do candidato do PSD à câmara da Guarda que foi uma “tragicomédia”.

 

“A militância num partido político sem servir e defender aqueles que vão votar em liberdade não tem sentido”, justifica o candidato.

 

Sérgio Costa promete um movimento em “todos terão oportunidade de fazer ouvir a sua voz e as suas ideias. Todas as ideologias políticas democráticas serão bem-vindas. Da esquerda à direita, todos terão, finalmente, oportunidade de pertencer a um único partido: o partido da Guarda“.

 

“Vai ter um grupo de cidadãos independentes que, pela primeira vez, será inclusivo”, afirma.

 

O PSD candidata Carlos Chaves Monteiro que substituiu Álvaro Amaro na presidência da Câmara da Guarda quando este foi para o Parlamento Europeu, e o PS candidata o independente Luís Couto que conta com uma passagem pela Assembleia Municipal da Guarda como deputado eleito pelo PS na década de 80 do século passado e terá sido imposto pela direção nacional do PS em detrimento do nome proposto pela concelhia da Guarda, António Monteirinho atual vogal do CA da ULS da Guarda.

 

FOTO: Sérgio Costa candidato independente à Câmara Municipal da Guarda