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Carlos Monteiro não convence Cristina Correia sobre “Despoluição” do rio Diz e Noéme

 

Carlos Chaves Monteiro, que substitui Álvaro Amaro desde as eleições europeias de 2019 como Presidente da autarquia disse ontem no final da reunião quinzenal do executivo que “está a trabalhar para resolver o problema da despoluição do rio Diz e Noéme e que o executivo tem o assunto em “prioridade da agenda” em resposta ao desafio lançado pela vereadora independente Cristina Correia que pede uma “resposta escrita” dado que a apresentada “é um bocadinho vaga”.

 

“O município da Guarda liderado por mim tem este assunto na prioridade da agenda e, por isso, trabalhámos, neste último ano, de uma forma mais direcionada para a solução” em resposta à vereadora independente Cristina Correia, eleita nas listas do PS em 2017.

 

Carlos Chaves Monteiro, após várias reuniões, já identificou a estratégia para a resolução do problema, através de um estudo nos cursos de água e refere que foram efetuadas várias deslocações a uma empresa que “diretamente envia” as matérias poluentes para o rio Noéme.

 

Referiu, que a solução passa pela “construção de dois tanques no espaço do logradouro da fábrica, complementados pelo equipamento industrial destinado a despoluir as “águas lamacentas” que são lançadas nos cursos de água.

 

O processo “implica um investimento de cerca de 80 mil euros” e a empresa poluidora pediu ajuda à Câmara Municipal da Guarda, mas o município não a pode financiar, está a estabelecer contatos com a Agencia Portuguesa do Ambiente (APA), para encontrar “financiamento diretamente do Estado Português ou da Europa” para resolver um “problema com mais de 30 anos”.

 

Carlos Chaves Monteiro referiu que a outra empresa poluidora dos cursos de água “vai, por sua conta e risco, fazer o investimento” e construir uma unidade de tratamento de águas residuais. O autarca refere ainda que existem outros focos poluentes que “estão a ser monitorizados” pelas autoridades.

 

Cristina Correia, não ficou satisfeita com a resposta, e vai continuar a aguardar pela resposta escrita do autarca pois a explicação verbal de ontem “é um bocadinho vaga”.

 

Recorde-se que o Deputado Municipal do PS, António Barbosa que afirmou em outubro de 2020 que o “investimento feito nas margens do rio nome, que rondou os 1,1 milhões de euros, pouca eficácia trouxe para contribuir para a despoluição deste curso de água”.

 

O deputado socialista questionou em outbro de 2020 na sessão da Assembleia Municipal, Carlos Chaves Monteiro “se já identificou a fonte poluidora do rio Noéme”.

 

Na resposta, o presidente da câmara Guarda, Carlos Chaves Monteiro afirmou “que o problema está identificado e plasmado num relatório que a autarquia detém na sua posse” o autarca “pede mais tempo para resolver a questão”. Recorde-se que a despoluição do rio Diz e Noéme foi uma promessa eleitoral de Álvaro Amaro.

 

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