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PCP vai “exigir ao Governo” que garanta ”viabilidade económica” da DURA

O PCP da Guarda afirma que é com “grande preocupação que recebeu as notícias do despedimento de mais 95 trabalhadores na empresa DURA, situada em Vila Cortês” na Guarda.

“O PCP tem estado ao lado dos trabalhadores da DURA em todos os momentos de luta pela salvaguarda dos seus postos de trabalho. Foi assim aquando do encerramento de linhas de produção e anteriores processos de dispensa de trabalhadores. O PCP levou a situação da DURA à Assembleia da República, onde reafirmou a importância do Governo PS desencadear todos os instrumentos ao seu alcance para impedir o encerramento da empresa, a redução dos postos de trabalho e assegurar o cumprimento dos direitos dos trabalhadores da DURA Automotive Portuguesa, Lda. da Guarda”.

“A administração anunciou a redução de postos de trabalho na unidade da Guarda, apesar de existirem indicações de que pretende manter a sua sede no distrito, o que é mais um exemplo que confirma os alertas do PCP sobre os chamados apoios ao interior” referem os comunistas.

“O PCP cedo alertou para a possibilidade de aproveitamento dos benefícios fiscais, por parte dos grupos económicos, sem benefícios reais para o interior. O PCP sublinha que a empresa recebeu apoios ao lay-off dos trabalhadores, com o Estado a suportar a maior parte dos custos salariais (84%)”.

“O PCP vai continuar a exigir que o Governo recorra a todos os instrumentos ao seu alcance para garantir a viabilidade económica da empresa Dura, assegurar a manutenção de todos os postos de trabalho e garantir o cumprimento dos direitos dos trabalhadores. Nada pode substituir a luta. A unidade dos trabalhadores é o caminho para salvaguardar os direitos dos trabalhadores. O PCP apela à organização e luta dos trabalhadores para salvaguardar os postos de trabalho” de acordo com a Direção da Organização Regional da Guarda do PCP em nota enviada à imprensa.