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Rede Nacional de Teletrabalho no Interior alargada a 9 municípios do interior

 

A Rede Nacional de Espaços de Teletrabalho ou Coworking no Interior entrou na sua 2ª fase, com o alargamento do número de municípios onde estarão disponíveis estes espaços e com a abertura de portas aos trabalhadores com vínculo de emprego público, cuja portaria que define o valor da compensação financeira foi já publicada em Diário da República.

 

Num esforço conjunto entre o Ministério da Coesão Territorial, o Ministério do Trabalho e Segurança Social e o Ministério da Modernização Administrativa,  referem na nota “alargamos hoje aos trabalhadores da Administração Pública a Rede Nacional de Espaços de Teletrabalho e Coworking no Interior. Um novo incentivo à mobilidade de trabalhadores para dinamizar estes territórios”.

 

A medida de alargamento do acesso aos funcionários públicos, sem quaisquer custos acrescidos para os órgãos ou serviços a que pertencem, insere-se no programa de incentivos à fixação de trabalhadores do Estado no Interior, previsto no Decreto-Lei n.º 40/2020, de 17 de julho. Em simultâneo, otimiza e amplia a utilização e funcionalidade desta Rede Nacional, que passa também a integrar um total de 88 municípios.

 

Estes Espaços de Teletrabalho e Coworking são assim disponibilizados pelas autarquias, equipados com computadores, impressoras e acesso à Internet, sendo divididos em áreas de diferentes tipologias que contemplam zonas privadas para videochamadas, áreas para reuniões e locais para a realização de apresentações ou ações de formação.

 

As autarquias são responsáveis pela divulgação dos Espaços através das respetivas páginas e redes sociais, permitindo a realização de visitas virtuais por parte de eventuais interessados, bem como toda a informação relativa às características do espaço, condições de utilização, calendário anual, horário de utilização e custo associado.

 

A Rede Nacional de Espaços de Teletrabalho e Coworking, foi criada pelas áreas governativas da Coesão Territorial e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, integra o Programa de Estabilização Económica e Social (PEES). Contribui para a fixação e atração de pessoas e empresas, diminui a necessidade de deslocações e a consequente pegada carbónica, e melhora a qualidade de vida das populações do Interior, promovendo a conciliação entre vida profissional e familiar. Está ainda alinhada com os objetivos do Programa de Valorização do Interior.

 

São 31 os novos Municípios que passam a integrar a Rede “Teletrabalho no Interior. Vida Local, Trabalho Global”, na Beira Interior os centros são:

Aguiar da Beira​

Figueira de Castelo Rodrigo

Guarda

Sabugal

Pinhel

Castelo Branco

Covilhã

Fundão

Idanha-a-Nova

 

 

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