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Luís Couto acusa adversários de “falta de ética”

 


 

Luís Couto lamentou que na Guarda Capital da Cultura 2027 “as coletividades e associações culturais tivessem sido deixadas de parte pela Câmara Municipal no que toca a este processo: “Não é possível que a força motriz da nossa política cultural, que reside no bem mais valioso deste concelho, que é o associativismo, seja colocado à margem de um desígnio que nos devia envolver a todos”.

 

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Durante um encontro com coletividades culturais de vários bairros do concelho, Luís Couto afirmou que “a Guarda tem todas as condições para ser escolhida Capital Europeia da Cultura em 2027”, contudo “é preciso saber em que ponto está realmente o processo, qual é estratégia e como tem estado a ser desenvolvida, quando faltam pouco mais de dois meses para a entrega da candidatura.

 

“Infelizmente”, referiu “tenho de concluir que esta candidatura é um processo opaco, desenraizado da sociedade, que coloca à margem as pessoas e as associações do concelho”.

 

O candidato do Partido Socialista diz ter concluído que “um milhão de euros já foi gasto sem se saber em quê”, bastando, para tal “fazer a soma dos contratos de prestação de serviços, ajustes diretos de toda a ordem, realizados nos últimos dois anos a pretexto desta candidatura, grande parte dos quais para coordenações e assessorias técnicas, que estão publicados na base de contratação pública”.

 

“A estrutura técnica não pode continuar em roda livre, sem liderança nem acompanhamento por parte dos órgãos autárquicos”, reforçou Luís Couto.

 

Luís Couto diz ainda estranhar “o paradoxo”, que classifica também como “falta de respeito para com os guardenses”, que é o facto de o ainda Presidente da Câmara, que concorre pelo PSD, ter apresentado como cabeça de lista à Assembleia Municipal da Guarda o antigo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, “que é, nada mais nada menos, o comissário da candidatura de Oeiras a Capital Europeia da Cultura, ou seja, um declarado adversário do interesse e da ambição da Guarda num desígnio tão importante”.

 

“Isto é gozar com a Guarda”, diz o candidato do Partido Socialista, acusando os adversários de “falta de ética”.

 

“Parece-me, notoriamente, uma estrutura de novo-riquismo, com coordenadores e consultores muito bem pagos», concluiu o candidato do Partido Socialista à Câmara, acrescentando que “a questão que quero ver urgentemente respondida é esta: estão a fazer o quê? Todos queremos uma resposta e todos queremos resultados”.

 

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