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JSD aponta para “Atestado de Parvos”

 

 

A JSD Distrital da Guarda considera que a “Ministra da Propaganda para o Interior viajar do nosso distrito até Lisboa para entregar uma caixa de neve, e da Ministra Ana Mendes Godinho ter percorrido o distrito com promessas abonadas de desespero às IPSS, com o objetivo de conseguir um bom resultado eleitoral, desconfiávamos que elas soubessem o que custa circular no interior, porventura não foi do bolso delas que saiu o pagamento da fatura”.  O Governo “devia saber que, na nossa região, trabalhar longe de casa é coisa de “gente pobre”.

 

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“A cada semana que passa, somos brindados com um novo aumento do preço dos combustíveis. O que estranhava rapidamente se entranhou e hoje pagamos um dos preços mais altos da zona Euro. Esta é uma realidade proibitiva para qualquer cidadão, em qualquer circunstância, mas mais ainda num país em que o nível de rendimento se mantém cada vez mais abaixo da média europeia. Podemos mesmo afirmar que a evolução do preço dos combustíveis é inversamente proporcional à evolução do rendimento disponível das famílias”, refere a JSD em Comunicado.

 

Que considera que “não é justo usar o argumento do preço do barril de petróleo para justificar o aumento do preço dos combustíveis, quando os mesmos são, na sua grande maioria, compostos por uma enorme carga fiscal. O histórico mostra-nos mesmo que, num passado não tão distante, o barril de petróleo já esteve a valores muito mais elevados e o preço cobrado ao consumidor final muito mais baixo”.

 

Sobre o Governo a JSD considera que as “culpas num jogo de ping-pong com as empresas petrolíferas acerca dos verdadeiros causadores da subida desenfreada dos preços. No entanto, a discussão eterniza-se e os consumidores veem a sua carteira mais anorética a cada visita que fazem a uma bomba de gasolina. Com isto, o Governo tem conseguido empurrar o problema com a barriga mantendo os seus impostos, assim como as petrolíferas têm mantido as suas margens de lucro”.

 

“Se este problema assola todo o país, o impacto agrava-se quando falamos do Interior”, avançam os jovens Sociais-Democratas.

 

“Infelizmente, não somos presenteados com descontos nos passes sociais como em outras regiões do país. Mas ainda que o fôssemos, seria um logro, dada a já fraca infraestrutura de mobilidade (aumentada ineficazmente, com a reabertura da linha da Beira Baixa) que não serve as necessidades de todos aqueles que aqui vivemos, mas têm de se deslocar, por vezes até para diferentes distritos, para exercer as respetivas atividades profissionais. Quando a esta prática de preços juntamos o valor das portagens, das quais esperávamos um desconto de 50%, estamos perante uma conjetura que estrangula a capacidade financeira das gentes do Interior”, referem na nota.

 

O Governo “devia saber que, na nossa região, trabalhar longe de casa é coisa de “gente pobre”, que tem todos os dias de se levantar, percorrer muitas vezes mais de 50 km para o seu local de trabalho para, no final do dia, saber que entregou o seu suor para abastecer de impostos um pequeno carro que lhe custou a comprar. Uma triste realidade que podia ser evitada, caso houvesse uma visão deste governo para este território”.

 

“Bem sabemos que estão pouco preocupadas com a mobilidade sustentável, mas ainda menos com as pessoas do interior”, reforçam os  Jovens Sociais Democratas da Guarda.

 

 

 

 

 

 

 

(*) FOTO: da responsabilidade da JSD da Guarda

 

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