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Casas à Venda na Guarda aumentaram 12%

 


O concelho da Guarda aumentou o stock de imoveis para venda em 12 %.  A prestação do crédito considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação subiu sete euros, para os 311 euros.

 

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Analisando as capitais de distrito, a plataforma idealista diz não existir “um padrão homogéneo” ao nível das capitais de Distrito, uma vez que “em cinco delas o stock de casas à venda apresentou uma subida”.

 

Assim, o maior aumento da oferta aconteceu em Vila Real, onde os compradores têm, agora, mais 87% de casas disponíveis no mercado do que em setembro do ano passado. Seguem-se Coimbra (38%), Guarda (12%) e Castelo Branco (9%). Por último, o Funchal apresentou uma subida de stock de casas para vender de 6%.

 

Por outro lado, as maiores descidas da oferta de casas – e consequentemente, onde poderá aumentar a tensão nos preços – foram registadas em Évora e em Setúbal, já que o stock das casas para vender desceu na ordem dos 30% e 29%, respetivamente.

 

O mês de setembro marcou o 13.º mês consecutivo em que a taxa de juro implícita no crédito à habitação voltou a descer, voltando a bater um novo mínimo histórico. Os dados foram avançados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) que revela que a taxa de juro implícita no crédito à habitação desceu para 0,785%, valor inferior em 0,7 pontos base (p.b.) ao registado no mês anterior

 

Segundo o gabinete de estatística, para o destino de financiamento Aquisição de Habitação – aquele que é o mais relevante no conjunto do crédito à habitação – a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 0,800% (-0,7 p.b. face a agosto). Para os contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro aumentou 1,8 p.b. face ao mês anterior, fixando-se em 0,697%.

 

No que diz respeito à prestação, considerando a totalidade dos contratos, o valor médio cresceu um euro para os 237 euros. Deste valor, 37 euros (16%) correspondem a pagamento de juros e 199 euros (84%) a capital amortizado. Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu sete euros, para os 311 euros.

 

 

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