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Hotel de Turismo da Guarda sem investidores interessados

O Hotel Turismo da Guarda foi colocado em concurso público mas não obteve propostas para “reabilitar e explorar este hotel da Guarda de nenhum investidor”. A falta de propostas dos investidores, impede o avanço desta recuperação no programa REVIVE. Não foi apresentada nenhuma proposta para recuperar este imóvel no entanto foram apresentadas 45 propostas no âmbito do programa.

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Há novidades sobre o programa Revive. O Hotel Turismo da Guarda foi colocado em concurso público. As propostas para reabilitar e explorar este hotel poderiam ser enviadas até dia 23 de novembro de 2021, no entanto não foi apresentada nenhuma proposta para recuperar este imóvel. A ausência de “investidores interessados” neste imovél não vai permitir a sua recuperação no âmbito do programa REVIVE.

O concurso para a concessão de exploração do Hotel Turismo da Guarda, tinha em vista a recuperação do imóvel com área bruta de construção de 11.363 metros quadrados e a sua valorização através da exploração turística.

A duração da concessão seria de 50 anos, sendo que a renda mínima anual situa-se nos 35.317 euros, revela o gabinete do ministro de Estado, da Economia e Transição Digital em comunicado enviado às redações.

Não apareceram investidores interessados nesta fase de apresentação de propostas para o Hotel Turismo na Guarda.

Os concursos para atribuição de direitos de exploração de seis imóveis, lançados a 22 de junho de 2021, no âmbito do programa Revive Natureza, encerraram a fase para apresentação de candidaturas no passado dia 19 de novembro, tendo sido rececionadas 45 propostas. Inicia-se, agora, o procedimento de análise das mesmas, com vista à sua adjudicação, sendo que “Hotel de Turismo da Guarda não obteve qualquer proposta de investidor interessado”, segundo fonte da Secretaria de Estado do Turismo.

Foram ainda apresentadas propostas para os imóveis, de acordo com a distribuição da tabela, na qual se verifica que os imóveis com mais procura foram a Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro, ambos em São Pedro de Moel e o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, em Vila Velha de Rodão.

O Fundo Revive Natureza poderá vir a conceder financiamento às entidades a quem for atribuído o direito de exploração dos imóveis, criando-se, assim, as melhores condições para a concretização dos respetivos investimentos.

Recorde-se que o “Fundo Revive foi criado através do Decreto-Lei n.º 161/2019, de 25 de outubro, o Fundo Revive Natureza é gerido pela Turismo Fundos, que faz a gestão global da rede de imóveis do Estado, distribuídos de norte a sul do país”. O Fundo realiza a sua atividade através da integração, como ativos, de direitos respeitantes a imóveis abrangidos por regimes dos domínios públicos ou privados do Estado, autarquias locais, institutos públicos ou de outras entidades e promove a atribuição de direitos sobre os imóveis a entidades públicas ou privadas, com vista à sua requalificação para fins turísticos ou outros com estes conexos, gerando impacto económico na localidade ou região onde se encontram.

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