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PS Guarda prepara lista para as eleições legislativas de 2022

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Ana Mendes Godinho, a manter-se o critério de 2019, deverá voltar a encabeçar a lista pela Guarda. Santinho Pacheco não irá acompanhar a cabeça-de-lista em 2022, estando por definir o seu substituto que deverá ser um militante do PS do concelho da Guarda. O objetivo é o PS manter o número de deputados pelo círculo eleitoral da Guarda apesar do “mau resultado das eleições autárquicas”.

 

(Leia o artigo até ao fim – www.guardanoticias.pt – As notícias da Guarda mais perto de si).

 

 

Ana Mendes Godinho, atual Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social na XXII, deverá ser novamente a cabeça de lista do PS no círculo eleitoral da Guarda, sem surpresas será o nome indicado por António Costa.

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Outra hipótese, ainda em cima da mesa para integrar a lista será o nome da militante de Aguiar da Beira, Rita Mendes atual Secretária de Estado da Ação Social que nas últimas eleições legislativas fechou a lista do PS no círculo eleitoral da Guarda.

 

Para o segundo lugar da lista de candidatos a Deputados, os militantes da concelhia da Guarda reunidos em plenário na semana passada foram unanimes na necessidade de ser um nome indicado pela Concelhia da Guarda “a concelhia com maior número de militantes e o concelho com maior número de eleitores”. No plenário de militantes não foram definidos nomes de militantes, mas o GuardaNoticias sabe que o perfil será “um militante que não tenha estado na linha da frente da derrota eleitoral do PS nas eleições autárquicas de 26 de setembro”.  Os nomes mais prováveis para serem indicados pela concelhia da Guarda para o segundo lugar de candidato a Deputado são os militantes da Guarda, António Saraiva, ou Nuno Almeida. Sendo que a maioria dos militantes da concelhia do PS Guarda preferiria o nome de “Esmeraldo Carvalhinho caso este manifeste disponibilidade, o que não aconteceu até ao momento”, segundo fonte do PS Guarda, o ex- presidente da Câmara de Manteigas “garantia a representatividade e a coesão territorial da lista”.

 

Também para o segundo lugar da lista existe disponibilidade da concelhia de Seia, para a recandidatura da atual Deputada, Cristina Sousa ou pelo ex-Presidente da Câmara Municipal de Seia, Filipe Camelo. Sendo provável que um destes nomes seja o terceiro da lista a aprovar em lista única na próxima Comissão Política Distrital. A Direção Nacional do PS irá enviar a lista final pré-aprovada e a respetiva cabeça de lista para ser ratificada pelo Secretariado presidido por Alexandre Lote até 10 de dezembro.

 

O quarto lugar será nomeado pelas estruturas distritais da JS, e será o senense Rafael Abreu. O quinto lugar na lista será indicado pelo Departamento Federativo das Mulheres Socialistas da Guarda, e será a militante de Gouveia, Ana Oliveira. A fechar a lista o nome de Rita Mendes como aconteceu nas eleições legislativas de 2019, ou para cumprir o requisito da paridade  caso o segundo seja uma senhora, será Eduardo Brito ou Manuel Fonseca a fechar a lista.

 

O objetivo do PS é manter o número de deputados, e eleger o mesmo número de deputados pelo círculo eleitoral da Guarda (dois eleitos em 2019) apesar do “mau resultado das eleições autárquicas no distrito”.

 

O Secretariado Nacional do PS aprovou, esta semana, os critérios para a elaboração das listas de candidatos às eleições de 30 de janeiro e o Compromisso de Ética que deverá ser subscrito pelos candidatos. Os dois documentos reforçam o compromisso com os princípios de transparência, representatividade e paridade.

 

Segundo a Direção nacional do PS os candidatos a candidatos a deputados devem “garantir a representatividade e a coesão territorial das listas, assim como valorizar, por parte das respetivas Federações e em relação a deputados que se recandidatem, o compromisso e a capacidade de representação no exercício do mandato”.

 

De acordo com os critérios gerais aprovados pela Direção Nacional do PS, será da competência do Secretário-geral “designar os cabeças-de-lista de todos os círculos eleitorais do continente, assim como propor à Comissão Política a designação de 30% dos candidatos elegíveis, de acordo com o número de deputados eleitos pelo partido na anterior legislatura”.

 

Segundo o PS ficam “assegurados os critérios de paridade e representatividade nas listas, que devem respeitar um número não inferior a 40% de elementos de qualquer dos sexos, com pelo menos um em cada três, em ordem sequencial”.

 

As listas devem ser também representativas da diversidade profissional e geracional, considerando um importante contributo um elemento “da Juventude Socialista e das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos”.

 




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