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Acesso a restaurantes em 30 e 31 dez e 01 jan só com teste negativo ou autoteste feito à entrada

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O acesso a restaurantes no período da passagem de ano, 30 e 31 dezembro e 01 janeiro está dependente da apresentação de resultado negativo de teste à covid-19, ou autoteste feito à entrada, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

 

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Segundo a orientação atualizada em dezembro pela Direção-Geral da Saúde (DGS), a entrada, para refeições, em estabelecimentos de restauração e similares não encerrados por via legislativa ou administrativa nos dias 30 e 31 de dezembro e 01 de janeiro está dependente da apresentação de comprovativo de teste à covid-19 com resultado negativo ou de autoteste, feito no momento.

 

A DGS refere a exigência de apresentação de um comprovativo de realização de teste “é dispensada para a permanência dos clientes em esplanadas abertas”, assim como “a mera entrada destes cidadãos no interior do estabelecimento para efeitos de acesso a serviços comuns, designadamente o acesso às instalações sanitárias e a sistemas de pagamento (incluindo o pagamento e recolha de refeições em serviço de take-away)”.

 

A apresentação de teste é igualmente dispensada aos trabalhadores do espaço ou estabelecimento ou a eventuais fornecedores ou prestadores de serviços”, assim como para o acesso às instalações sanitárias.

 

Estão ainda dispensados de apresentar teste quem tenha certificado digital de recuperação.

 

A orientação indica ainda que os estabelecimentos comerciais devem “afixar nas entradas, de forma visível, as medidas de prevenção e controlo de infeção a cumprir pelos clientes, designadamente, o uso obrigatório de máscara sempre que não estejam a ingerir alimentos ou se movimentem no espaço, o respeito pelo distanciamento físico entre pessoas, o cumprimento das medidas de etiqueta respiratória e a lavagem ou desinfeção das mãos”.

 

Diz ainda a orientação da DGS que estes estabelecimentos devem “elaborar e/ou atualizar o seu Plano de Contingência específico para acovid-19”, recomendando igualmente o “uso minimalista de elementos decorativos higienizáveis nos espaços, visando uma maior facilidade no trabalho de lavagem, higiene e desinfeção das superfícies”.




 

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