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PAPN é “exemplo de coesão territorial”

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A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, considerou ontem que o PAPN – Programa de Apoio à Produção Nacional é “um exemplo de coesão territorial” e disse que no próximo quadro comunitário está prevista a sua manutenção.

 

(Leia o artigo até ao fim – www.guardanoticias.pt – As notícias da Guarda mais perto de si).

 

Para Ana Abrunhosa no “acordo de parceria” está “plasmado” o apoio ao empreendedorismo e que o mesmo “possa continuar a passar pelas Comunidades Intermunicipais” afirmou na sessão que decorreu ontem no auditório do TMG – Teatro Municipal da Guarda, na cidade mais alta.

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Segundo a Ministra, “conhecemos bons exemplos da utilização de fundos europeus nas Beiras e Serra da Estrela. Na Guarda, assinalamos os apoios do PAPN aos empresários destes territórios. Aqui, foram investimentos de 4,2 milhões de euros que ajudaram a manter quase 300 postos de trabalho”.

 

“O Programa de Apoio à Produção Nacional (PAPN) é um exemplo de coesão territorial. É mais fácil de dizer do que de fazer. Coesão territorial significa tratar diferente o que é diferente. Nós tivemos avisos diferentes de Comunidade Intermunicipal para Comunidade Intermunicipal”, afirmou Ana Abrunhosa, na Guarda, na sessão de assinatura de contratos do PAPN com empresas do território da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE).

 

Segundo a CIM-BSE, no âmbito do programa foram submetidas 122 candidaturas das quais foram aprovadas 61, que totalizam um investimento elegível total de cerca de nove milhões de euros, “ao qual está associado um financiamento (fundo europeu FEDER) no montante de 5.133.835,00 euros, distribuído pelas empresas ligadas ao setor do turismo no montante de 816.796,00 euros e o restante pelas empresas ligadas ao setor da Indústria de transformação/extração no montante de 4.317.039,00 euros”.

 

Segundo a Ministra da Coesão Territorial o PAPN conseguiu  “envolver os atores relevantes” como sejam as associações, os Grupos de Ação Local, os autarcas, a Comunidade Intermunicipal e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).

 

“Coesão territorial é ter medidas que diferenciem estes territórios, porque é mais difícil ser empresário nestes territórios do que noutros territórios e, foi por isso, que majorámos a taxa, ou seja, o apoio para o mesmo projeto de investimento é maior nestes territórios do interior”, sublinhou Ana Abrunhosa.

 

 

 

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