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PCP acusa Câmara da Guarda de “desvalorização dos trabalhadores”

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O PCP está solidário com trabalhadores despedidos na Câmara Municipal da Guarda e culpa a “externalização de serviços a privados” e a “política de direita” no município.

 

(Leia o artigo até ao fim – www.guardanoticias.pt – As notícias da Guarda mais perto de si).

 

A Comissão Concelhia da Guarda do PCP critica a “situação que é um dos reflexos de anos de política de direita no município” da Guarda e que levou à “externalização de serviços a privados” com “prejuízo para o serviço público e para os trabalhadores”.

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Na sequência de novo concurso para prestação de serviços de limpeza no Município da Guarda, “oito trabalhadores da limpeza da BB Facility Services Ld.ª afectos a cinco locais de trabalho do município foram substituídos e colocados fora das instalações, sem justificação nem informação”, refere o PCP.

 

A situação foi denunciada à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT)  pelo Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) que “exigiu clarificação e proteção dos trabalhadores, que prestavam serviço no edifício da Câmara Municipal da Guarda, na Biblioteca Municipal, no Museu da Guarda, no SMAS e no Teatro Municipal da Guarda”.

 

No novo concurso a autarquia da Guarda adjudicou os serviços à “Limparoma Serviços Ld.ª, com sede em Viseu, a partir de 1 de Março de 2022”. “Apesar da BB Facility Services Ld.ª, anterior empresa concessionária de serviços de limpeza, ter comunicado a transferência dos seus 20 trabalhadores a trabalhar no município para a nova concessionária, oito desses trabalhadores foram expulsos dos locais de trabalho, sem carta de despedimento, sem qualquer informação”.

 

A Comissão Concelhia da Guarda do PCP refere que “não pode deixar de sublinhar que esta situação é um dos reflexos de anos de política de direita no município que levou à externalização de serviços a privados, com prejuízo para o serviço público e para os trabalhadores. Com estas orientações políticas os trabalhadores viram aumentar os níveis de precariedade e degradar salários e as suas condições de trabalho”, refere na nota.

 

 

Para o PCP da Guarda as “necessidades permanentes de trabalho devem corresponder contratos efetivos de trabalho, pelo que estas trabalhadoras deveriam ser contratadas diretamente pela Câmara Municipal”.

 

“A precariedade e os baixos salários são uma praga na região e no país. Sem combater esta praga o país e a região não se desenvolverão. É preciso promover o desenvolvimento económico aumentando os salários e combatendo a precariedade. A Câmara Municipal da Guarda tem que inverter o caminho de desvalorização dos trabalhadores”, avança o PCP da Guarda.

 

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