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Inauguração do Memorial de Eduardo Lourenço em Almeida

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O município de Almeida vai assinalar na segunda-feira, a data do aniversário natalício do filósofo e ensaísta Eduardo Lourenço, com a inauguração de um memorial em azulejo.

 

(Leia o artigo até ao fim – www.guardanoticias.pt – As notícias da Guarda mais perto de si).

 

A inauguração do memorial de homenagem a Eduardo Lourenço está marcada para as 17:30, para o largo da vila de Almeida que tem o nome do filósofo e ensaísta (1923-2020), que era natural da aldeia de São Pedro do Rio Seco, naquele concelho.

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Segundo o presidente da Câmara Municipal de Almeida, António José Machado, o elemento escultórico vai ser colocado numa praça situada junto do edifício do Tribunal, que em 2021 passou a designar-se “Largo Eduardo Lourenço”.

 

O memorial era para ser inaugurado em 2021, mas não foi possível devido a “motivos de ordem climática”, referiu.

 

A homenagem é promovida pela Câmara Municipal de Almeida, pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Galeria Ratton (Lisboa).

 

A inauguração do memorial em homenagem ao Professor Eduardo Lourenço, com intervenção artística azulejar de Graça Morais, será amanhã (segunda-feira) dia 23 de maio às 17h30 em Almeida, segundo a nota. Apresentamos o programa da inauguração:

 

 

“O elemento escultório, projetado pelo Arq. Tiago Montepegado | Galeria Ratton, composto por uma lâmina vertical totalmente revestida a azulejo da autoria da pintora Graça Morais insere-se no embasamento em blocos de granito, garantindo assim a continuidade visual e o enquadramento arquitetónico do Largo Prof. Eduardo Lourenço assim recentemente designado.

 

O memorial contou com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e a participação do Dr. Guilherme d’Oliveira Martins que selecionou um conjunto de citações de Eduardo Lourenço que foram integradas na Intervenção Artística Azulejar da pintora Graça Morais.”

 

“(…) Graça Morais, referência incontornável da pintura contemporânea, sempre teve uma relação pessoal com Eduardo Lourenço que conhecendo e acompanhando sempre o seu trabalho, participou no catálogo da exposição “Graça Morais. La violence et la grâce“ na Fundação Calouste Gulbenkian em Paris (2017). Nessa belíssima entrevista feita por Ana Marques Gastão, Eduardo Lourenço fala da forte relação entre a pintura e a literatura e sobre a dimensão humana da pintura de Graça Morais “(…) A sua pintura não deve ser entendida como um conto de fadas, mas como um espaço onde a violência inerente à condição humana se expõe à possibilidade de dela escapar por um milagre a que chamamos «graça», que é o primeiro nome da artista”.

 

Esta intervenção artística de enorme responsabilidade vem juntar-se ao conjunto vastíssimo de Obras de Arte Pública que a Galeria Ratton tem promovido e executado com a pintora Graça Morais em Portugal e no estrangeiro.(…)”.

 

 

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