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PSD critica política cultural da Câmara da Guarda

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Carlos Chaves Monteiro questiona a opção cultural do atual executivo municipal em não realizar o “Simpósio Internacional de Arte Contemporânea [SIAC]” no verão de 2022.

 

No final da sessão, o Ex-presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro e atual vereador da Oposição (PSD) questionou o presidente do município (Sérgio Costa) sobre a continuidade do Simpósio Internacional de Arte Contemporânea, que este ano ainda não aconteceu, sublinhando que este é “mais um projeto adiado” que vinha do executivo anterior, a que presidiu. O atual vereador do PSD criticou indiretamente a atual politica cultural da autarquia, e assinalou o “desvio dessa política cultural” face ao executivo liderado por Álvaro Amaro do qual Sérgio Costa e Carlos Chaves Monteiro fizeram parte [entre 2013 a 2019].

 

O Presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, confrontado com o assunto no final da reunião do executivo municipal, respondeu que o evento cultural ainda não se realizou porque aguarda por uma proposta dos serviços técnicos, alegando que o executivo que lidera não gosta de “decidir nada no ar”.

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Recorde-se que uma das iniciativas da edição especial dos Santos do Bairro era feita em parceria com Simpósio da Arte Contemporânea – Cidade da Guarda (SIAC), promovendo a arte urbana nas ruas.

 

 

Durante o certame foram elaborados vários murais (na foto feito pelo artista Jaf) no edifício da antiga Escola Primária que é agora sede da Associação Cultural e Desportiva de Alfarazes. Numa homenagem às lavadeiras da terra que em tempos eram responsáveis pela lavagem da roupa do Antigo Quartel da Guarda.

 

Na reunião do executivo o vereador do PS, Luís Couto, defendeu que a autarquia da Guarda deve equacionar a possibilidade de realizar um grande evento de animação e de divulgação das atividades económicas nos meses de verão, como aconteceu no passado com as tradicionais festas da cidade.

 

O presidente da autarquia lembrou que o executivo está a realizar atividades de animação em junho, relacionadas com os Santos Populares, e, em julho, também promoverá um festival associado ao vinho.

 

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“Falaremos tão breve quanto possível sobre a animação de verão. (…) Estamos a trabalhar arduamente, em muitos campos. Nesse também. Sendo certo que, enquanto nós estivermos [na liderança municipal], não vamos destruir nenhum espaço público para fazer uma grande iniciativa, porque quando se fala em atividades económicas, o único espaço na cidade com dimensão para feira de atividades económicas é o Parque Urbano do Rio Diz ou a encosta norte da feira”, avançou Sérgio Costa.

 

A Guarda “não tem essas condições, por agora”, mas Sérgio Costa admite que é um trabalho que tem de ser feito no futuro.

 

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(Fim do artigo – www.guardanoticias.pt – As notícias da Guarda no Facebook e Twiter). G-WH913LSLRB 86d4e63d557e44029786b77c5bab0cb3
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