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Casa Grande em Pinhel vai ser reabilitada para fins turísticos

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A Casa Grande em Pinhel vai ser reabilitada para fins turísticos no âmbito do programa REVIVE.

 

O imóvel vai ser concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima de 5.869,57€/ano.

 

Vai ser lançado o concurso para a concessão desta casa nobre, da primeira metade do século XVIII, situada na cidade de Pinhel, tendo em vista a sua exploração com fins turísticos, ao abrigo do Programa Revive, o anúncio foi efetuado pela secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

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Rita Marques, assinalou o lançamento do concurso de concessão, no âmbito do programa Revive, em Pinhel, para requalificação do edifício conhecido como Casa Grande, para fins turísticos.

 

Rita Marques disse aos jornalistas que o concurso de concessão lançado para a requalificação da Casa Grande prevê o pagamento de uma renda e contempla o compromisso do investidor “em fazer os investimentos necessários para remodelar o espaço, requalificar o espaço e colocá-lo com a oferta turística pretendida”.

 

O imóvel está situado junto à muralha de Pinhel, este imóvel histórico, conhecido por Casa Grande, pertenceu, inicialmente, à família Antas e Menezes, que na época detinha a alcaidaria-mor da vila.

 

Durante as Invasões Francesas, o edifício foi ocupado pelas tropas francesas, que aí se instalaram no ano de 1810. Mais tarde, passou a pertencer à família Noronha e Avilez e, em finais do século XIX, foi vendido ao Conde de Pinhel.

 

No século XX, a Casa dos Condes de Pinhel tornou-se sede do Grémio da Lavoura, e nos anos 1973-1974, a cooperativa agrícola cedeu o espaço à Câmara Municipal de Pinhel.

 

O solar, que estava então adossado ao edifício dos Paços do Concelho, foi objeto de algumas obras de conservação, passando depois a desempenhar funções de sede da autarquia. Encontra-se, atualmente, desocupado e sem utilização.

 

Os investidores interessados terão um prazo de 120 dias para apresentação de propostas que, além da recuperação do imóvel, promovam a sua valorização através da exploração turística e contribuam para atrair turistas para a região e para gerar novas dinâmicas na economia local.

 

O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de 5.869,57€. Este é o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito do Revive.

 

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(Fim do artigo – www.guardanoticias.pt – As notícias da Guarda no Facebook e Twiter). G-WH913LSLRB 86d4e63d557e44029786b77c5bab0cb3
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