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PS Guarda afirma que a maternidade “será para manter”

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A comissão política concelhia do Partido Socialista (PS) da Guarda afirmou hoje que a maternidade local “será para manter”, por ser a única com urgência obstétrica do distrito da Guarda e criticou as “vozearias” do presidente da Câmara da Guarda exigindo a este “intervenções com responsabilidade e não alarmismos sociais sem critério”.

 

Em comunicado enviado à Comunicação Social, o PS da Guarda observou, no entanto, que estando em causa um assunto “tão delicado como o do encerramento das urgências obstétricas” e para “evitar equívocos ou imprecisões”, irá aguardar pelo acesso ao relatório do Governo “por forma a se poder falar com conhecimento de causa”, embora adiantando, desde já, “alguns pontos independentes do teor de tal documento”.

 

“O Distrito da Guarda só tem uma maternidade com urgência obstétrica e esta será para manter. Serve um Distrito tão grande territorialmente que vai de Vila Nova de Foz Côa a Seia e ao Sabugal e não faria, de todo, nenhum sentido que estes Concelhos deixassem de contar com um serviço de tal importância, acessível em menos de 1 hora da sua área geográfica” afirmam os Socialistas da Guarda.

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“As obras para a criação do Departamento da Mulher e da Criança, a decorrer no Hospital Sousa Martins, na Guarda, são um compromisso do PS, tomado na pessoa do seu Secretário-Geral e Primeiro-Ministro, que o anunciou em plena campanha, e conta com um investimento de cerca de 9M€. Não faz sentido qualquer retrocesso em tal investimento.

Ao longo dos anos, a tendência é o Partido Socialista criar ou reabrir serviços no Interior, quando os demais partidos os fecham”, afirmam.

 

“Não consideramos sequer que esta discussão tenha sentido” num serviço  do Hospital Sousa Martins que, “nos últimos anos, denota um franco crescimento em número de profissionais e, consequentemente, um aumento da qualidade dos serviços prestados na saúde materno-infantil”.

 

Os Socialistas afirmam que “não alinharemos em vozearias, como o sr. Presidente da Câmara Municipal da Guarda. Esse não é, nem será, o nosso “modus operandi”. Consideramos que essa atitude apenas revela total falta de ideias concretas para acções a tomar perante acontecimentos tão delicados, e de tão grande importância e sensibilidade, como os que têm fustigado a nossa região nos últimos meses”.

 

Os Socialistas exigem a Sérgio Costa, “ao Presidente da Câmara da Guarda intervenções com responsabilidade e não alarmismos sociais sem critério”. Para os Socialistas da concelhia da Guarda é “o momento de debater a saúde na Guarda, identificar os seus problemas e avançar com propostas para a melhoria da prestação dos cuidados de saúde primários e hospitalares para bem de todos os Guardenses e Portugueses em geral”.

 

Os socialistas da Guarda, consideram ainda que para “manter a coesão territorial, é imperativa a permanência deste serviço que é, e será, uma das bandeiras para o nosso território no que respeita à inversão da tendência demográfica, que temos e queremos potenciar”.

 

 

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(Fim do artigo – www.guardanoticias.pt – As notícias da Guarda no Facebook e Twiter). G-WH913LSLRB 86d4e63d557e44029786b77c5bab0cb3
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