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Guarda – Madrid em menos de 2 horas de comboio

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No Plano Ferroviário Nacional proposto pelo Governo na quinta-feira, no LNEC, a Guarda ficará a menos de duas horas de Madrid de comboio. A Guarda ficará também a menos de duas horas do Porto de Leixões e de Aveiro.

 

No plano Plano Ferroviário Nacional (PFN) proposto para 2050 prevê que a alta velocidade ferroviária ligue 10 cidades, oferta competitiva para 28 centros urbanos e o fim de voos internos. E nova linha que põe Viseu no mapa ferroviário.

 

O PFN – Plano Ferroviário Nacional, aprovado esta quinta-feira em Conselho de Ministros, foi apresentado no LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil) com a presença do primeiro-ministro e do ministro das Infraestruturas.

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O compromisso deste Executivo está no plano de infraestruturas aprovado até 2030 onde está inscrita e já em marcha o projeto de construção de uma nova linha de alta velocidade entre Lisboa e Porto e depois a extensão até Vigo e a outra nova linha Aveiro/Viseu/Guarda que segue até à fronteira com Espanha.

 

nova ligação irá permitir incluir Viseu na rede ferroviária e lançar um serviço de alta velocidade com Espanha (cujo estudo foi reafirmado na última cimeira entre Portugal e Espanha) que poderá ligar o Porto a Madrid em três horas. Atualmente Porto a Madrid em mais de oito horas.

 

Um objetivo que, no entanto, depende do que for feito do outro lado da fronteira. Caso a espectativa do investimento espanhol se confirme a cidade da Guarda poderá ficar a menos de duas horas de Madrid.

 

Foi ainda proposta uma nova linha que sirva as duas capitais de Trás-os-Montes, Vila Real e Bragança, com tempos de percurso para o Porto de uma e duas horas.

 

Com o investimento também anunciado para uma terceira travessia ferroviária no eixo Chelas/Barreiro, que permitirá reduzir a distância entre Lisboa e o Algarve em meia hora a viagem de comboio será de apenas  duas horas e meia.

 

António Costa reconheceu que há “poucas coisas que suscitem tanta paixão como as infraestruturas. Às vezes são tão insistentes e platónicas que é preciso aguardar décadas pela sua concretização” numa referência mais ao menos óbvia ao processo de decisão do novo aeroporto de Lisboa. Mas se a discussão é bem-vinda, o primeiro-ministro também deixou um aviso: “Não é um tema exclusivo de especialistas de transportes, é um tema também de cidadania, da economia, da causa ambiental e do ordenamento do território”.

 

A ambição do Governo no transporte ferroviário foi sublinhada pelo primeiro-ministro que invocou a “emergência climática”, sublinhando que Portugal  é um dos países onde a emergência se coloca de forma mais dramática, devido à erosão costeira e à subida das águas do mar, seca severa e dramático aumento de risco de incêndios florestal. “Não podemos mesmo perder tempo e temos de intervir em todas as frentes”.

 

 

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(Fim do artigo – www.guardanoticias.pt – As notícias da Guarda no Facebook e Twiter). G-WH913LSLRB 86d4e63d557e44029786b77c5bab0cb3
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