Um repórter maluco incentiva seus telespectadores a fazer algo selvagem: abrir as janelas e gritar: “Estou muito chateado e não vou aguentar mais isso.” E assim foi, de Atlanta a Baton Rouge, houve muito choro. Foi a primeira aparição na “Network” desde 1976, ano do bicentenário da América. Avançando para o semiquincentenário e a América gritando versões desse slogan nas janelas da vida real, apenas em telefones e computadores.
Quando a natureza da nação é abalada, recorremos à arte, que tem o poder de libertar paixões enterradas, de acalmar os ânimos e de atravessar divisões. Assim, à medida que a América completa 250 anos, a indústria do entretenimento tem pensado em como este país cresceu em termos do que vemos, ouvimos e lemos. Durante esta semana essas histórias aparecerão aqui. Marque esta página para voltar para mais informações.
Para começar, “Network” faz parte da nossa lista de filmes que apresentam momentos históricos de conflito. (“Liga Americana: Polícia Mundial” tem um escopo muito ambicioso!) Também reconhecemos uma nova geração de jogadores que estão repensando a América com a ideia de que os melhores anos da América estão à nossa frente. –Brittany Levine Beckman, editora editorial e de reportagens