as empresas ajustam os seus horários para proteger os seus trabalhadores do calor extremo – franceinfo

as empresas ajustam os seus horários para proteger os seus trabalhadores do calor extremo – franceinfo

Horários de conveniência, mais descanso, entusiastas… Em resposta ao regresso do calor mais duradouro, que já afecta 61 sectores, as empresas estão a reorganizar o trabalho para proteger a saúde dos seus colaboradores.

Este texto corresponde à seção de texto do relatório acima. Clique no vídeo para assisti-lo na íntegra.

Eram 6h30 da manhã e as primeiras máquinas já tinham começado a trabalhar nesta fábrica onde um operário fazia vigas de aço. Assim como hoje, algumas equipes começaram uma hora antes do horário previsto para o aquecimento. “Temos medo de que isso aconteça novamente como na semana passada. Se ficar insuportável, devemos ir para casa ou para um quarto com ar condicionado.”explica Innocent Dushimimana, um especialista.

A empresa fabrica sistemas de fumaça e ventilação para edifícios. Sob o telhado de vidro, na semana passada, ultrapassou os 35°C. Por isso, para limitar o risco, a empresa intensificou as medidas: está disponível água engarrafada, pausas diárias e mais ventiladores. “Cai 3°C, dá um pouco de umidade. A partir de 35°C vai ser ar quente.”disse Cédric Sellier, gerente de produção.

De manhã cedo já fazia 27°C na oficina. “É complicado, mas estamos fazendo o que podemos. Eles estão nos dando recursos, água, apoiadores… Estamos fazendo isso. Estamos aguentando.”resumo de Yanis Belmadi, funcionário. Para quem trabalha em obras ao ar livre, o calor piora. Assim, o patrão recebe notícias de seus trabalhadores no campo.

Durante várias semanas e apesar das medidas tomadas, a produção abrandou. “Podemos atrasar dois ou três dias das duas semanas de calor que ocorreram”disse Ryan Fernandes, diretor da Madicob. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), acima de 20°C, a produtividade diminui.





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