Jacarta, CNN Indonésia —
Agente do serviço secreto Israel Alega-se que o Mossad quase matou um dos mediadores EUA-Irã eu recompensoChefe do Exército Asim Munir, durante processo de negociação na Suíça.
A afirmação foi feita pelo jornalista e analista brasileiro Pepe Escobar. Ele disse que o Paquistão conseguiu frustrar o plano do Mossad de assassinar Asim Munir.
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Escobar fez a afirmação durante uma conversa com o empresário e comentarista político libanês-australiano Mario Nawfal por meio de seu relato X, citado de NDTV.
Segundo ele, o suposto complô envolvia o Mossad israelense e tinha como alvo Asim Munir e possivelmente outros membros da delegação paquistanesa que participaram das negociações.
Escobar disse que a inteligência paquistanesa agiu imediatamente após receber “informações extremamente credíveis” sobre o assassinato. Ele então disse que o Paquistão alertou imediatamente Israel através dos canais diplomáticos.
“Não, muito pelo contrário, Mario. Essencialmente, a inteligência militar paquistanesa interceptou informações muito credíveis de que a Mossad, por ordem de Netanyahu, estava a preparar uma tentativa de assassinato contra Asim Munir e possivelmente toda a delegação paquistanesa que viajou para a Suíça”, disse Escobar.
“Assim, o lado paquistanês, através do seu intermediário habitual – acredito que neste caso Omã – enviou uma mensagem diretamente a Israel dizendo: ‘Se tocarem na nossa delegação, vamos apagá-los do mapa’, ponto final. Passo a citar, foi o que as nossas fontes nos disseram”, acrescentou.
A declaração veio em meio às crescentes tensões entre Israel e o Paquistão, após o que ele também afirmou que a situação era diferente daquela que estava sendo retratada publicamente.
Negação paquistanesa
Enquanto isso, autoridades paquistanesas negaram as alegações do citado jornalista brasileiro ABNA.
Disseram que as alegações de Escobaar sobre uma alegada conspiração da Mossad para assassinar Asim Munir, um membro da delegação paquistanesa durante a sua viagem à Suíça, eram completamente infundadas.
As autoridades paquistanesas rejeitaram completamente esta afirmação, dizendo que não tinha base factual.
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