Ele não jogou um minuto, mas todos os olhos estavam voltados para ele. Suplente no início da 16ª rodada venceu na ida pelo Brasil contra o Japão esta segunda-feira em Houston (2-1), Neymar não pisou em campo no NRG Stadium. Apesar de as dificuldades enfrentadas pela Seleção para compensar a diferença, Carlo Ancelotti preferiu Endrick, Gabriel Martinelli, Fabinho e Danilo Santos, únicos jogadores que saíram do banco durante a partida.
Depois de ter sido visto aquecendo durante grande parte do segundo tempo, o atacante de 34 anos acabou não tirando o colete, para desgosto de seus muitos admiradores. No entanto, a sua entrada foi apertada, a acreditar nos comentários feitos pelo seu treinador na conferência de imprensa pós-jogo.
“Falei com ele sobre isso, ele chegaria aos 60 ou 65 minutos”, admitiu Ancelotti à imprensa. “Mas empatamos e não queria mudar a estrutura da equipe porque tínhamos o controle do jogo. Queria que continuássemos assim. »
“Estava esperando a prorrogação”
Neymar poderá, portanto, culpar Casemiro, autor do gol de empate aos 55 minutos, enquanto o Brasil lutou por vários minutos para voltar ao empate de um Japão mais realista durante o primeiro ato. O técnico italiano preferiu confiar em Martinelli, que entrou na frente de ataque logo aos 15 minutos no lugar de Matheus Cunha. Uma escolha vencedora, já que o extremo do Arsenal finalmente ofereceu a qualificação aos seus parceiros no final dos descontos.
Aqui, novamente, um gol defendido pelo Brasil, mas fatal para Neymar, que estaria presente se o jogo continuasse. “Estava à espera da prorrogação”, disse Ancelotti.
Acertou na panturrilha direita“Ney” perdeu o início da Copa do Mundo devido a este problema físico. Ausente do grupo nas duas primeiras partidas do grupo o ex-parisiense voltou a campo por cerca de quinze minutos contra a Escócia em 25 de junho (0-3). Ele agora terá que esperar até as oitavas de final do Brasil, marcadas para domingo, 5 de julho, contra a Noruega ou a Costa do Marfim.