Há três dias, os dois países assinaram um acordo-quadro que visa uma “paz duradoura”.
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Já no dia anterior, uma série de ataques deixou uma pessoa morta na região. Israel realizou novos ataques no sul do Líbano no domingo, 28 de junho, informou a Agência de Notícias Libanesa ANI. O Ministério da Saúde informou que ambos ficaram feridos após lançar uma granada “o inimigo israelense” numa localidade do Sul.
Hezbollah reafirmado “que o que o inimigo fez é uma violação flagrante do cessar-fogo que manteve até então, e que monitoriza e regista essas violações, reservando-se o direito de defender o seu país e o seu povo”. Por sua vez, o exército israelense disse ter como alvo combatentes do Hezbollah perto do que chamou de “zona de segurança”. Também anunciou a morte de um soldado durante a batalha, elevando para 38 as perdas no país vizinho, onde enfrenta o movimento xiita pró-iraniano. O autor, um “terroristas ou Hezbollah”Em seguida foi localizado e “Eliminado pelos soldados”disse o anfitrião.
Isto ocorreu dois dias depois da assinatura pelos dois países de um acordo-quadro destinado a “paz duradoura”que o chefe do Parlamento Libanês disse que não iria adoptar. “Este acordo não será adotado e não será implementado na sua forma atual”disse Nabih Berri, aliado do Hezbollah, num comunicado do seu partido, o movimento Amal, que denunciou uma “acordo ‘dita’, não um acordo que preserve os direitos do Líbano”.