Ari Wibowo não quer ser um pai protetor para seus filhos

Ari Wibowo não quer ser um pai protetor para seus filhos



Jacarta

Ari Wibowo conta histórias sobre seu relacionamento com seu filho Kenzo Wibowo. Existe um vínculo entre pai e filho porque eles estiveram juntos em diferentes ocasiões, inclusive na experiência de namoro online que viveram juntos.

Outra coisa que chamou a atenção foi o vídeo nas redes sociais com o tema diferenças geracionais que Ari compartilhou. Neste conteúdo, a interação entre pai e filho é vista como doce e cheia de piadas, a ponto de os internautas pensarem que eles são mais amigos do que pai e filho.

“E daí, a Geração X pode ser aquela que se recusa a envelhecer. Então, se você quiser experimentar os estilos da Geração Z, você pode fazê-lo.

MANTENHA SUA MENTE

Além de criar experiências juntos, Ari admite que ele e Kenzo têm uma relação muito próxima no dia a dia. Eles costumam passar tempo, desde exercícios até humor.

“Somos reais assim. É verdade que estamos sempre rindo, pregamos peças um no outro, rimos um com o outro.

Segundo Ari, esse relacionamento é uma forma de construir uma comunicação saudável com as crianças. Portanto, ele optou por não usar um estilo parental muito rígido ou restritivo.

O homem de 53 anos admite que é mais importante para ele estar confiante do que receber muita atenção. Claro, ele não pensou em pedir ao filho para ativar o recurso de localização em seu telefone.

“Olha, temos que dar a confiança nele. Porque se não, é uma coisa estranha atrás da gente, não é? Quero que ele se abra comigo, ele vai nos contar algo sobre si mesmo na nossa cara, e nas nossas costas, ele é muito estúpido”, disse Ari.

Para Ari, um relacionamento baseado na confiança deixa os filhos mais confortáveis ​​ao se abrirem com os pais. Os vários problemas das crianças podem ser discutidos em conjunto, sem medo ou pressão.

Além de falar sobre estilos parentais, Ari também revelou a evolução das instituições de ensino e da vida das crianças de hoje. Ela está grata porque seu filho pode desfrutar de todos os tipos de prazeres que não teve quando era jovem.

“É melhor, em princípio, a partir da segunda escola. Fico muito feliz assim, porque como pai, tudo o que fazemos, se por exemplo o nosso filho puder ser feliz, mais confortável, claro que o pai dele também vai ficar feliz.

(fbr/pus)



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